SÃO PAULO – Os numeros não mentem e o setor corporativo de viagens sofreu tanto no primeiro semestre deste ano como vários outros segmentos da economia. Ete é o retrato geral dos numeros mostrados na coletiva de hoje, logo após a reunião de diretoria da associalão, responsável pelo movimento do setor que é um dos mais importantes da industria turística.
A queda de janeiro a junho foi de 11,5% comparado ao mesmo período do ano passado quando chegou a R$ 5,7 milhões. Em 2016 foram mais de 650 milhões à menos, com a arrecadação geral de R$ 5.501.343.122
Os unicos numeros que mostraram algum evolução foram os internacionais, tanto no aéreo como na hotelaria, justamente em função da variação cambial, uma influência de impacto e fator preponderante. A lembrar que o dolar teve flutuação de até 4%, como ressaltou Gervário Tanabe, o diretor executivo que ao receber os numeros encaminhados pelas 30 agências operadoras e associadas.
O presidente Rubens Schartzmann e os diretores Luis Vabo e Carlos Prado explicaram depois da apresentação, os vários aspectos que cercaram este cenário, além da apresentação do planejamento de ações para o segundo semestre deste ano e o inicio de previsões para 2017.
'A mudança no quadro político será fundamental para uma recuperação válida', admite Vabo, indicando que o turismo também acompanha a expectativa geral no cenário do Pais.
Já o presidente Rubens Schartzmann ressalta que a associação que preside está incorporada nos mesmos e idênticos pleitos apresentados pela Abav Nacional junto aos setores do setor publico de turismo, casos dos ministérios da Fazenda, Planejamento, Turismo e da própria Embratur.






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