A motivação do ataque tem a suspeita de ato terrorista, pela semelhança com o que foi registrado em julho, na cidade francesa de Nice. As autoridades afastaram a possibilidade de ter sido um acidente depois que o caminhão descontrolado foi lançado contra as pessoas que circulavam em meio às lojas e barracas de um dos mais famosos e populares mercados de Natal, no centro de Berlim.
Politicos, publico e imprensa questionam se o mesmo seria um refugiado, o que segundo a ministra Angela Merkel seria um 'ato repugnante'. Um segundo ocupante do caminhão teria morrido durante o acidente.
A policia alemã informou agora cedo que Naved B., o jovem paquistanês de 23 anos que foi detido e considerado o principal suspeito do ataque ao mercado de Natal de Berlim, não é o responsável pelo ataque. Assim, o autor continuaria foragido e foi emitido um alerta máximo de segurança para as buscas
No final do dia o Estado Islâmicom reinvindicou o mérito de ter sugerido a realização do atentado através dos seus métodos de junto a seguidores.
O caminhão, com registro polonês, era maior do que o do acidente do meio do ano na França
O presidente da câmara de Berlim, Michael Muller, afirmou que a situação estava já sob controlo, mas descreveu o cenário como “dramático”. O local fica muito próximo da Igreja da Memória e vários dos feridos hospitalizados ainda estão em estado grave.
Em depoimento, a cidadã luso-brasileira Lilian Carolina – que reside em Berlim – afirmou que estava bem próxima à entrada da rua por onde o caminhão teve acesso, junto a muitas crianças e turistas, além da maioria alemã que aproveitava o horário e as atrações do mercado. 'Era um clima natalino com muita distração', afirmou.
O acontecimento pode confirmar as suspeitas de que uma série de atos estariam sendo previstos para a semana do Natal, e foi uma segunda-feira violenta que teve antes o assassinato do embaixador russo em Ancara, na Turquia, além de ataques islâmicos em Zurique.
“Não se esqueçam de Aleppo, não se esqueçam da Síria”, gritou o atirador – um policial de folga, 22 anos – que matou com vários tiros Andrei Karlov, 65 anos. O ato ocorreu um dia depois de protestos na Turquia contra a intervenção militar russa no estado de guerra na Síria..
O terror regressou à Europa, com estes ataques em Berlim, Ancara e Zurique que, ao todo, fizeram pelo menos 15 mortos e 53 feridos.
(*) atualizada às 6h50





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