RIO DE JANERO – Os primeiros Jogos Olimpicos realizados na América do Sul deverão se completar com uma cerimônia festiva, mostrando o Brasil que se mostrou capaz de lavar a alma, depois de tantos problemas que antecederam o evento, políticos e economicos, de saúde e infraestrutura. Foi uma superação que deve ser aproveitada como uma gigantesca ação para o futuro.
O comprometimento brasileiro de ser com ‘o campeão voltou’, ecoando ontem no Maracanã, hoje voltou no Maracanãzinho, com a vitória de 3×0 sobre a Itália, Neymar assistindo e vendo Serginho, um símbolo de quatro medalhas olímpicas completando uma trajetória de campeões. Uma jornada de superação de uma seleção que chegou a estar desacreditada depois de duas derrotas na primeira fase e cuja recuperação mostrou uma impecável e emocionante conquista, com atitude e o comando de Bernardinho.
O Brasil completa mais uma história empolgante dentro do esporte que maior numero de titulos vem conquistando nos ultimos anos recentes. Ganhou o primeiro ouro em Barcelona, foi bi em Atenas e teve presença nas finais seguidas de quatro olimpíadas. A Itália, que havia vencido antes por 3×1, neste jogo decisivo teve que se curvar e continuar sem o titulo olimpico, ela que divide as conquistas da Liga Mundial com o Brasil.
Tres mil voluntários estarão cobrindo o Maraca de alegria. 300 profissionais de dança, o cordão do Bola Preta, o desfile dos atletas com muitos nomes que foram protagonistas nestes 15 dias de competições em 42 modalidades, com 306 provas.
Foram 11.400 atletas representantes de 205 paises que estiveram no Rio e nas outras cidades que coadjuvaram os Jogos, em um movimento sem precedentes para o Brasil. Visitantes, turistas e atletas, manifestaram elogios pelo que aconteceu de bom e no Rio, com manifestações positivas também do COI.
Realizar novamente as Olimpiadas no Brasil foi algo dito em bom tom pelos dirigentes do COI, o Comitê Olimpico Internacional. Um reconhecimento à tudo que o Brasil acabou proporcionando.
O queniano Eliud Kipchoge é o ouro da Maratona. 2016. completou o percurso de 42 km. em 2h08min44. Foi intenso nos ultimos 10 km. e conquistou mais uma grande vitória no seu roteiro de conquistas internacionais.
A prata ficou com outro corredor africano, o etíope Feyisa Lilesa, que chegou a liderar boa parte da prova, seguido do americano Galen Rupp. O melhor brasileiro foi Paulo Roberto Paula, 15º colocado.
155 corredores largaram na Maratona com partida e chegada no Sambódromo, com a mais alta participação da história olímpica.
No Ciclismo Mountain-Bike a disputa foi intensa e muito exigente com as dificuldades do percurso. antes do suiço Nino Schurter completar e 1h33e28. Penta mundial que chegou ao seu primeiro titulo olimpico
Depois das disputas finais da Luta Olimpica e do Boxe do jogos final do basquete masculino (ultimo a completar a grade de programação), todas as atenções estarão com a cerimônia de encerramento programada para as 20 horas.
A delegação norte-americana, grande vencedora dos Jogos e com um resultado de superação comparado ao de Londres – já tem 117 medalhas e 43 de ouro – definiu que será a ginasta Simone Biles, um de seus principais novos nomes, quem representará o pais como porta-bandeira.









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