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SUBINDO ATÉ O NINHO DO TIGRE, NO REINO DO DRAGÃO DO TROVÃO

admin por admin
10 de setembro de 2017
in Sem categoria
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Nos últimos passos para alcançar o Tiger's Nest, turistas param para contemplar, apreciar, meditar (Fotos: Claudia Tonaco)

O Butão está literalmente escondido entre as montanhas do Himalaia, a Índia e a China – dois países de grandes extensões territoriais. Sua posição geográfica, aliada ao alto custo para visitá-lo, deixou-o ainda mais isolado e, consequentemente, muito mais atraente para aquele viajante que busca o frescor de um novo destino, combinado à visão romântica de explorar um dos poucos estados budistas do planeta.

No Butão, há uma magia milenar e uma concepção medieval do poder do rei (embora seja a democracia o sistema político do país), que se misturam com histórias e lendas.

O Tiger’s Nest visto de um pequeno santuário localizado na montanha vizinha

O Reino do Dragão do Trovão, como é chamado o país, foi o lar do Guru Rinpoche, o Padmasambhava, fundador da escola tibetana, linha tântrica do budismo. Diz a lenda que, há 1.300 anos, o Guru Rinpoche subiu nas costas de uma tigresa voadora que o levou para as cavernas instaladas no topo de uma das maiores montanhas da região. Num trecho que lembra a vida de Buda, Padmasambhava meditou nessas cavernas por três anos, três meses e três dias, convertendo-se ao budismo. Nove séculos mais tarde, no mesmo local, foi construído um monastério, o Taktsang, conhecido pelos ocidentais como o Ninho do Tigre (do inglês Tiger’s Nest), fazendo alusão à tigresa voadora.

Bem-vindo ao Reino do Butão, saúda o letreiro do aeroporto, tão pequenino quanto o país

Desde que foi erguido, nos anos 1600, o Tiger’s Nest se tornou um sítio histórico e santo para os budistas. Alcançá-lo é o sonho não apenas de peregrinos, mas de aficionados pelo trekking com conteúdo. Natureza, cultura, história e religião se unem, proporcionando ao viajante uma experiência autêntica.

O Taktsang está a uma altitude de 3.120m, próximo à cidade de Paro, que mais parece uma vila. Localizada em um vale, tem casinhas simples, cercadas por plantações de chá e arrozais a perder de vista. A região é o habitat natural de tigres e elefantes. Embora o vale disponibilize várias trilhas, o trekking do Tiger’s Nest começa com a saída de carro, em direção às montanhas limítrofes, até a entrada de um dos Parques Nacionais do Butão. Daquele ponto até o topo, serão aproximadamente mil metros de subida íngreme, mas a recompensa durará a vida inteira.

No vale, entre as altas montanhas, está a singela cidade de Paro, visita obrigatória para quem quer alcançar o Taktsang

Para quem está em boa forma física, o percurso tem um grau relativamente fácil de dificuldade, pois a trilha é bem pavimentada e preservada. Junte isso à boa infraestrutura, ao ar puro da montanha, às temperaturas mais amenas da altitude e à paisagem esplendorosa ao redor, para deixar a tarefa bem mais agradável.

Os guias locais dizem que até o topo serão dados mil passos ou mais. Por isso, o objetivo ali é quase meditativo: caminhar em um ritmo confortável, parando aqui e ali para apreciar a natureza e a vista emocionante que evidencia, a cada passo, a aproximação com o monastério encravado no topo da montanha. Taktsang é um autêntico dzong butanês, uma mistura de mosteiro e fortaleza, e se mostra tal como é: sagrado e (quase) inatingível.

Na entrada do Parque Nacional marca início do íngreme percurso até o dzong butanês

No dia em que fiz o percurso, encontrei poucos turistas pelo caminho, o que fez crescer a sensação de estar em um local mágico e inexplorado. Ainda assim, cruzar com peregrinos e esportistas foi outra experiência inesquecível, pois fica visível a sensação de cada um – seja por conhecer um ícone do budismo mundial ou por chegar a um lugar tão belo e desafiador.

No meio do caminho, parada para se inspirar com a paisagem

À medida que o dzong vai se aproximando, a emoção passa a nos acompanhar e quase se torna uma entidade ao nosso lado. Passam-se mais de 2 horas desde que a forte subida teve início. Logo depois de uma curva, avista-se um gigantesco precipício. Do outro lado, o Tiger’s Nest encara serenamente todos os que estão do lado de cá, desejosos de vencer as últimas centenas de metros. Toda essa área está envolta pelas coloridas bandeirolas de oração budista e por centenas de milhares de tsa-tsas – um artefato de forma cônica, feito de argila, gesso ou cerâmica, criado seguindo as tradições do budismo tibetano pelos monges. Essas pequenas peças são consideradas relíquias sagradas e abençoadas uma a uma, por um Lama budista.

Centenas de milhares de tsa-tsas são encontrados ao redor dos muros do templo

Toda essa cena enche de emoção o turista, outro momento marcante e inesquecível. Alguns choram, outros gritam de felicidade e há aqueles que apenas contemplam o cenário e seguem silenciosamente em frente.

 Em um dia favorável, é possível olhar para o fundo do abismo e ver que se está acima das nuvens, que flutuam etéreas, logo abaixo. Quem entra no mosteiro deixa do lado de fora os sapatos e todo e qualquer equipamento eletrônico. Guardar a imagem de salas em penumbra, pinturas exóticas coloridas, as lamparinas ardendo quase cobertas por oferendas, as imagens de Buda, os amuletos e símbolos budistas brilhando desorganizadamente em profusão ficará a cargo da mente de cada um.

Impossível voltar para casa sem a icônica imagem do Tiger’s Nest

Ir ao Butão exige a consultoria de um agente de viagens especializado, que orientará o viajante sobre a melhor época do ano para visitar o local, de acordo com as preferências de cada um. Em geral, os meses de julho e agosto são chuvosos. A partir de novembro, os céus ficam mais limpos; e as temperaturas, mais baixas. Em setembro e outubro, é possível assistir às cerimônias e às tradições da colheita do arroz.

Para o brasileiro, é necessário visto; para a maioria dos turistas, exceto os indianos, paga-se uma taxa diária de permanência ao governo butanês, que gira em torno de US$ 100 ou mais, dependendo da época do ano e outras solicitações. Assim, um profissional que conheça os procedimentos será essencial para a realização da viagem.

Onde comprar = Fredtour

Contato = www.fredtour.com.br + (31) 3313-1788

Observação = a Fredtour é uma agência de viagem Virtuoso, que oferece consultoria e logística para agências de viagem de todo o Brasil

Visto = Visamundo

Contato = www.visamundo.com.br + (31) 3309-9449 + (21) 3553-1533

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Por Caroline & Claudia Tonaco

Sabia que o melhor hotel de praia do mundo está e Sabia que o melhor hotel de praia do mundo está em Dubai?

O Atlantis The Royal, em Palm Jumeirah, foi eleito o Best Beach Hotel 2026 pelo The World’s 50 Best Hotels. O hotel também ficou em 4º lugar no ranking dos melhores hotéis do mundo e foi escolhido como o melhor hotel do Oriente Médio.

E aqui vale uma explicação: Dubai tem dois hotéis Atlantis. O Atlantis The Royal é o mais novo deles e fica ao lado do tradicional Atlantis, The Palm. 
São propriedades diferentes, embora façam parte do mesmo complexo e compartilhem algumas experiências.

Inaugurado em 2023, o Atlantis The Royal tem 795 quartos e suítes, 17 restaurantes, uma praia privativa de 2 km, piscinas, spa e uma arquitetura marcada por grandes blocos horizontais que se estendem pela Palm Jumeirah.

A gastronomia é um dos destaques, com restaurantes como Dinner by Heston Blumenthal, Nobu by the Beach, Estiatorio Milos, La Mar, Ariana’s Persian Kitchen e Carbone Dubai.

Para completar, os hóspedes têm acesso ao Aquaventure World, um dos grandes atrativos do complexo Atlantis, com parque aquático, atrações para diferentes idades e o Lost Chambers Aquarium.

O resultado no ranking também mostra uma trajetória de ascensão: o Atlantis The Royal estreou na lista em 2023, na 44ª posição; chegou ao 9º lugar em 2024, ao 6º em 2025 e agora alcança o 4º lugar entre os melhores hotéis do mundo.

📍 Atlantis The Royal | Palm Jumeirah, Dubai

#Travel3 #Dubai #AtlantisTheRoyal #PalmJumeirah #dubaihotels
A Costa Rica também se conhece à mesa! Ao longo A Costa Rica também se conhece à mesa!

Ao longo da viagem, provei pratos do dia a dia, receitas de família, frutos do mar, cervejas artesanais, queijos produzidos nas montanhas, cafés de altitude e até vinhos cultivados em território tropical.

Do gallo pinto ao menu contemporâneo do Silvestre, dos tamales preparados em casa aos queijos do Vale do Chirripó e aos vinhos de Dota, cada experiência contou um pouco mais sobre o país.

A Costa Rica não muda apenas de paisagem. Muda também de sabor.

A matéria completa já está no Travel3. 
Link na bio.
🍽️🇨🇷
#costarica #visitecostarica #puravida #travel3 #gastronomia
Nem só de mar vive a Costa Rica. 🇨🇷 Depois Nem só de mar vive a Costa Rica. 🇨🇷

Depois das baleias no Pacífico, vieram cachoeiras, preguiças, florestas, chuva, aves e as terras altas de Dota, com temperaturas próximas dos 10°C.

Foi isso que mais me surpreendeu no país: em poucas horas de estrada, tudo muda — a paisagem, o clima e até a forma de observar a natureza.

O mar é espetacular. Mas é apenas uma das muitas versões da Costa Rica.

Pura Vida. 💚🇨🇷
O esperado encontro com uma baleia-jubarte no Pacífico da Costa Rica!

Ela surgiu ao lado do barco, e esse momento ficou pra eternidade! ❤️🐋🇨🇷

#CostaRica #Baleias #WhaleWatching #PuraVida #Travel3
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