RIO DE JANEIRO – Aproveitando a realização de mais um grandioso evento mundial, eís um novo atrativo em destaque para quem for visitar a ‘Cidade Maravilhosa’. Globalmente reconhecida como uma das cidades mais fotografadas do mundo, posição que vem desde os primórdios da fotografia até os dias de hoje, na era digital.
Unindo passado e presente na arte do registro da imagem, a cidade recebeu , na Praça XV, o Monumento à Primeira Fotografia feita na América do Sul. Oferecido ao Rio pela Prefeitura de Paris, o monumento faz parte do programa de comemoração dos 200 anos da Missão Artística Francesa no Brasil.
O monumento tem 2 metros de altura, localizado na Praça XV, no centro carioca, local revitalizado para os Jogos Olímpicos e Paralimpicos Rio 2016
A imagem do Paço Imperial, atribuída ao francês Louis Comte, é considerada como a primeira fotografia feita na América do Sul. A demonstração do invento – na época denominado daguerreotipia – foi feita no dia 17 de janeiro de 1840 e noticiada pelo Jornal do Commercio, então principal diário carioca, na sua edição vespertina. No dia 20 de janeiro, o invento foi apresentado ao jovem Imperador do Brasil D. Pedro II, que se tornou o primeiro fotógrafo brasileiro.
A principal imagem registrada durante sua passagem pela cidade do Rio é o Daguerreótipo do Paço Imperial.
O Daguerreótipo consiste numa imagem fixada sobre uma placa de cobre com um banho de prata, formando uma superfície espelhada. Trata-se de imagens únicas, fixadas diretamente sobre a placa final, sem o uso de negativo.
O monumento terá estrutura de aço escovado e vidro laminado auto-limpante. A fotografia, o texto e as marcas serão impressos nas duas faces do monumento. O piso circular em granito preto, com sinalizadores em aço para deficientes visuais, estabelece uma área nobre sem criar impacto de volumetria. Essa composição tem o significado de um marco, uma celebração.






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