Um equipamento que não apenas é cultural, também avant-gard na arquitetura e na sustentabilidade, assinalou o diretor executivo do Museu, Henrique Oliveira (Fotos: Divulgação)
O ministro do Turismo, Marx Beltrão visitou nesta quinta-feira (9 de março) o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, quando conheceu as ações de sustentabilidade adotadas pelo atrativo que levou o Brasil, pela primeira vez, à condição de finalista do prêmio internacional MIPIM na categoria “Edifício Verde Mais Inovador”.
A premiação será realizada no dia 16 de março na cidade francesa de Cannes, quando concorrerá com outros três edifícios: o 119 Ebury Street, em Londres; a sede da Siemens, em Munique, e o Värtan Bioenergy CHP-Plante, em Estocolmo.
Entre os principais diferenciais que podem ser vistos no museu está a tecnologia empregada na captação da energia solar e o uso das águas geladas do fundo da Baía de Guanabara no sistema de ar condicionado.
O uso racional da água também se dá no tratamento e na reutilização das águas de pias, lavatórios, chuveiros e chuvas. A estimativa é que, por ano, sejam economizados 9,6 milhões de litros de água e 2.400 megawatts/hora de energia elétrica, o que seria suficiente para abastecer mais de 1,2 mil residências.
Desde sua inauguração, já recebeu 1,5 milhão de visitantes, média de 5 mil por dia
“O Museu do Amanhã é um atrativo muito importante para o Rio de Janeiro e é um exemplo do sucesso da revitalização da Praça Mauá, que estava abandonada e ganhou vida nova com o período olímpico. É um exemplo para o turismo brasileiro é também um modelo a seguir na sustentabilidade”, afirmou Beltrão após a visita.
Concebido para ser um museu de ciências diferente, que oferece uma narrativa sobre como poderemos viver e os próximos 50 anos, ocupa uma área de 15 mil m2 e foi um investimento de R$ 250 milhões.




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