Embora seja membro da associação, Guilherme Paulus não concorda com a idéia que a ABE encaminhou ao governo federal, indicando a transferência do Ministério do Turismo para a Industria e Comércio. ‘Uma bobagem, tanto que outros acadêmicos também não concordam com tal proposta, que consideramos retrógoda’, afirmou.
Guilherme confirmou para a reportagem da TRAVEL3 no Festival das Cataratas, em Foz, na semana passada, que havia sido sondado para um convite por parte do governo interino de Michel Temer mas que não houve condição para aceitar. 'Vou continuar colaborando como sempre para que o Ministério do Turismo cresça em ação e importância. Como empresário do turismo, com a tradição da CVC e a ampliação da GJP Hotéis, sei que o turismo brasileiro ainda precisa de muito para ir à frente, não podemos retroceder.'
A declaração do empresário foi feita ontem à noite, durante a apresentação do Prodigy Grand Hotel & Suites, na região da Berrini, o hotel do grupo GJP em São Paulo. Este foi um dos assuntos nas conversas entre os players que estiveram participando do evento, como Luis Falco, presidente da CVC: José Eframovich, presidente do Conselho de Administração da Avianca Brasil; Goiaci Alves Guimarães
Na confraternização do coquetel de apresentação do projeto completo do Prodigy, Guilherme com Milene Keiko, da Promo; André Lameiro, diretor de vendas e expansão da GJP; Maria Pidner Boucinhos, Relações Institucionais da GJP e Pedro Ribeiro, diretor da rede Dom Pedro, de Portugal, parceira da empresa brasileira
A Academia Brasileira de Eventos e Turismo protocolou junto à Presidência da República uma carta onde reivindica que a pasta do Turismo seja extinta e incorporada ao Ministério da Indústria e Comércio. A alta rotatividade de nomes na pasta durante o governo Dilma e a recente saída de Henrique Alves envolvido na Operação Lava Jato motivaram a posição.
O documento aponta a necessidade do enxugamento da máquina pública, os exemplos de países evoluídos que atrelaram estruturas oficiais de turismo a pastas econômicas e propõe, ainda, a Embratur subordinada a uma Secretaria Nacional em ambiente economico.







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