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BELO HORIZONTE RECEBE A EXPOSIÇÃO MONDRIAN E O MOVIMENTO DE STIJL

admin por admin
20 de agosto de 2017
in Sem categoria
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Para muitas pessoas, o nome Mondrian remete a uma associação mais ou menos imediata com retângulos de cores primárias delimitados por grossas linhas pretas. Mas ele, como tantos outros mestres das artes, não se manteve a vida inteira no âmbito dos seus trabalhos mais conhecidos. Piet Mondrian (1872-1944) chegou a sua obra mais famosa – Composição com grande plano vermelho, amarelo, preto, cinza e azul  – em 1921, depois de uma trajetória que iniciou em 1892, ao ingressar na Academia Real de Artes Visuais de Amsterdã.

Nos quase 30 anos que antecederam a esse despojamento, Mondrian produziu paisagens carregadas de cores escuras, e as vezes sombrias, que caracterizavam a pintura holandesa do século XIX. Aos poucos, ele foi se aproximando dos movimentos artísticos que aconteciam na Europa. Seus tons foram clareando e suas composições ficando mais ousadas à medida em que se aproximava dos pós-impressionistas franceses, enchendo-se das cores e pinceladas vigorosas de Van Gogh, ou experimentando o pontilhismo de Seurat. Num processo contínuo, após uma influência temporária do cubismo, procurou formas de abstrair a realidade e buscar a essência da imagem.

Mondrian e o movimento De Stijl, nome da exposição que o CCBB em parceria com a Art Unlimited preparou para os mineiros, é uma oportunidade imperdível. “Organizamos tudo para que o visitante possa acompanhar esse percurso e entender que aqueles retângulos coloridos que povoam até hoje o imaginário do moderno, e são tão facilmente reconhecíveis, não nasceram de uma hora para outra, nem por acaso”, explica o curador da exposição, Pieter Tjabbes.

A exposição, contudo, não se esgota com a história artística de Mondrian. Há uma segunda etapa, igualmente relevante para compreender o que aconteceu naquele período (1917-1928), que mostra a agitação provocada pela revista De Stijl (O Estilo), o meio escolhido para que um grupo de artistas, designers e arquitetos, incluindo Mondrian, defendesse o neoplasticismo e a utopia da harmonia universal de todas as artes.

Mondrian acreditava que sua visão da arte moderna transcendia as divisões culturais e poderia se transformar numa linguagem universal, baseada na pureza das cores primárias, na superfície plana das formas e na tensão dinâmica em suas telas. E seus companheiros da De Stijl não só tinham visão semelhante, como aplicaram esses conceitos a todo tipo de arte.

No design, por exemplo, é representativa desse movimento a cadeira Vermelha Azul, que Gerrit Rietveld criou entre 1917 e 1923. O mesmo Rietveld levou o De Stijl para a arquitetura, ao desenhar e construir em 1924 uma casa para Truus Schroder-Schrader em que aplicou a paleta de cores primárias privilegiando espaços abertos, luminosidade, ventilação e funcionalidade, rompendo com convenções arquitetônicas da época.

Os princípios expostos nos 12 anos em que a revista De Stijl circulou foram utilizados nas artes plásticas, na arquitetura, na fotografia, no design, na literatura, na tipografia e até mesmo na moda. Em Mondrian e o movimento De Stijl será possível acompanhar, por intermédio de obras originais, maquetes, mobiliários, fotografia, documentários, fac-símiles e publicações de época, essa forma de ver o mundo e as artes que era revolucionária em 1917 e continua moderna até hoje.

Mondrian continuou experimentando até Victory Boogie Woogie, sua última obra, de 1944, pintada quando já morava nos Estados Unidos. Ele morreu de pneumonia, em 1944, aos 71 anos.

A exposição Mondrian e o movimento De Stijl, organizada pela Art Unlimited e patrocinada pelo Banco do Brasil, com apoio do Banco Votorantim, será aberta ao público de Belo Horizonte em 20 de julho. São cerca de 100 obras — 30 das quais de Mondrian — e uma seleção de múltiplas manifestações do movimento De Stijl compondo o mais completo conjunto desse período já exibido no Brasil.

A maior parte do acervo é procedente do Museu Municipal de Haia (Gemeentemuseum, Den Haag), da Holanda, que reúne a maior coleção do mundo de obras de Mondrian. A exposição, que é gratuita, acontece no CCBB de Belo Horizonte e segue para o Rio de Janeiro.

Nobu Chicago desk
Diversa FeriasJulho Desk
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Hoje tem Brasil em campo contra o Haiti, mas o jog Hoje tem Brasil em campo contra o Haiti, mas o jogo também é um ótimo pretexto para conhecer um destino que merece entrar no radar de qualquer viajante: a Filadélfia.

Muito além do futebol, a cidade reúne alguns dos lugares mais emblemáticos da história dos Estados Unidos. É lá que estão o Independence Hall, o Liberty Bell e a famosa escadaria do Philadelphia Museum of Art, eternizada por Rocky Balboa.

Mas a Filadélfia vai além dos cartões-postais. Bairros cheios de personalidade, murais de arte urbana, mercados históricos, museus, cafés e uma cena gastronômica multicultural fazem dela um dos destinos mais interessantes da Costa Leste.

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Para saber mais sobre a Filadélfia, tem tudo no site — confira no link da bio!

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De 26 a 28 de junho, a Amazônia será palco de um De 26 a 28 de junho, a Amazônia será palco de um dos maiores espetáculos culturais do Brasil!

Então, se você ainda não colocou Parintins na sua lista de viagens, este é o momento. No coração do Amazonas, a disputa entre os bois Garantido e Caprichoso transforma o Bumbódromo em um show de música, dança, alegorias gigantes e narrativas inspiradas na floresta e nas tradições amazônicas.

Muito além da rivalidade, o festival é uma imersão na cultura do Norte do país e uma oportunidade de conhecer de perto uma das manifestações populares mais marcantes do Brasil.

Em 2026, a expectativa é receber cerca de 126 mil visitantes, reforçando o evento como um dos grandes atrativos turísticos nacionais.

👉 Para saber mais sobre o Festival de Parintins,  acesse o site — link na bio!

📸 Foto: Divulgação

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Além das paisagens da Serra da Mantiqueira e das Além das paisagens da Serra da Mantiqueira e das atrações ao ar livre, Campos do Jordão convida a desacelerar. Ruas agradáveis para caminhar, hotéis charmosos e pousadas pra lá de acolhedores, muitos cafés, bares e restaurantes criam um clima especial em qualquer época do ano.

Se no inverno o frio ajuda a compor o cenário, nas demais estações o destino revela dias ensolarados, natureza exuberante e uma atmosfera que combina gastronomia, bem-estar e momentos a dois.

É justamente essa combinação que faz de Campos do Jordão um dos destinos mais procurados da serra paulista durante os 12 meses do ano!
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Campos do Jordão também é sinônimo de aventura Campos do Jordão também é sinônimo de aventura!

Entre os atrativos que ajudam a mostrar um lado mais ativo da cidade está o @tarundu , um dos maiores centros de lazer ao ar livre da Serra da Mantiqueira.

O espaço reúne experiências para todas as idades, com atividades que vão de tirolesa e arvorismo a teleférico, paintball, espaço kids, aulas de equitação e até patinação no gelo. 
Tudo cercado pela natureza, pelas araucárias e pelas paisagens características da região.

Além das atrações, o complexo também se destaca pela gastronomia. O restaurante Tainá-Kan combina arquitetura rústica, lareiras e um cardápio variado, e transforma a visita em um programa completo para famílias, casais e grupos de amigos.

Vale a pena conhecer, fica a dica!
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