Imagem e segurança são fatores indispensáveis e da maior importância para um fluxo de turismo e alguns países, em particular, estão sofrendo com a queda de movimento, provocado principalmente por atentados terroristas e os dissabores que isto causa à imagem do destino.
É uma questão por exemplo que na oferta Brasil tem algumas implicações bem sensíveis no mercado exterior, como esta questão de insegurança, reforçada hoje com os acontecimentos em Manaus, mais de 60 mortos nos conflitos de grupos de presidiários, a maior desde os acontecimentos do Carandiru, em 1992, e que por muito tempo maculou a procura lá no exterior.
Certamente, isto trará reflexos na procura atrativa de fomentar o turismo externo, há uma sensibilidade muito grande para este dado na realidade atual, depois dos seguidos acontecimentos. Antes foi com o Egito, agora Turquia que o diga.
Um dos mais belos países, cheio de riquezas e tradições, com um fluxo que crescia de modo constante por alguns anos, comprovado também pelo avanço da sua empresa aérea de bandeira. A Turkish Airlines obteve um dos melhores desempenhos de expansão na ultima década entre todas as aéreas do mundo.
O ano que passou, porém, foi trágico para o turismo turco, consequência dos atentados terroristas tanto da parte do Estado Islâmico como dos curdos separatistas. E os números apresentados pelo Ministério de Cultura e Turismo tem queda prevista acima de 30% para 2016.
O terrorismo vem sendo o maior inimigo para o Turismo em circunstâncias assim, como depois que o EI assumiu a autoria do atentado da passagem do ano em Istambul. Desde abril de 2015, quando caiu 8% até o mês de junho passado, quando chegou a 40% em comparação com o ano anterior.
Foi coincidente com o ataque sofrido no aeroporto internacional Ataturk.
Os turistas alemães, europeus que mais visitam a Turquia, tiveram queda de 50%. No total, o movimento de visitantes procedentes da Europa diminiu 41% em 2016 (faltando ainda os números de dezembro), comparando-se com 2015.
O trem foi o meio de transporte que mais deixou de ser utilizado pelos visitantes do pais, com 67%. E a hotelaria que vivia quase sempre com falta de lugares, apresentou uma diminuição de quase 40% em suas reservas.





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