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Home Comece a Viajar

Viajar é deixar o pensamento subir acima das nuvens

Claudia Tonaco por Claudia Tonaco
22 de dezembro de 2020
in Comece a Viajar, Destaque
0
acima das nuvens

(Foto: Divulgação)

Embarco, encontro minha poltrona, durmo ouvindo queixas ditas sob as máscaras e acordo no céu

Mesmo com o cérebro ainda adormecido, começam a entrar os primeiros registros do dia que chega junto com o aeroporto, a sala de embarque e o sol que acabou de decolar. Na primeira página dos jornais, notícias sobre a pandemia contagiam as da economia. O dólar sobe, a bolsa desce, a dúvida diante do futuro de novo se estabelece. Vinte e quatro horas a mais ou a menos e as manchetes poderiam estar anunciando justamente o contrário, como por exemplo, a descoberta de uma nova vacina. Tanta oscilação afeta o humor dos poucos leitores-viajantes que aguardam na sala de embarque.

O aeroporto amanheceu frio e deserto. Ainda não é a hora dos viajantes chegarem, respondeu, indiferente, o homem da companhia aérea. Aceito a explicação. Nos portões 31, 32, 33 e 34, parece que vai demorar até os passageiros se darem conta de que uma viagem os espera. O gate 32, que promete levar turistas para Buenos Aires, ainda está vazio. Quem vai para Madri começa a conferir horários no portão 31. O 33, de onde sairá um voo para Recife, é o mais procurado e este aqui, o de número 34, timidamente se movimenta ao sinal da última chamada para minha próxima viagem.

O dólar sobe, a bolsa desce e as leis de mercado se esquecem de que somos gente de verdade, loucos de vontade de trabalhar, produzir e crescer. Embarco, encontro minha poltrona e durmo ouvindo queixas abafadas, ditas sob as máscaras de proteção facial e, de repente, acordo nas nuvens.

Com o pensamento acima das nuvens

Do lado de fora, toneladas de vapor se acumulam, concentram-se, espremem-se e explodem desordenadamente ocupando cada trecho da atmosfera. Encrespadas, se embolam de maneira descomunal, subindo umas sobre as outras, num movimento caótico e arredondado. Compactas, parecem um mingau celestial que engrossou demais.

Diversa 360 desk

Olho para o planeta lá embaixo. Abaixo das nuvens, a simétrica geometria dos campos agrícolas é quebrada pelo livre arbítrio do rio volumoso que corre abrindo caminho pela paisagem. Encaro de novo o céu. Num nervosismo revolto, novas nuvens mastodônticas congestionam a rota aérea. Quando a asa do avião roça uma delas, todos sentimos um leve tremor a bordo, num princípio de turbulência. Ninguém se preocupa; é apenas vapor.

O avião faz uma manobra e num instante todas as nuvens somem do meu campo de visão. O comandante encontrou um caminho para o avião passar e agora são as nuvens que me observam silenciosas, a uma distância razoável para – surpresa! – retornarem. Meu pensamento acima das nuvens identifica-as como um rebanho de carneirinhos. Pequeninas, elas flutuam sobre um conjunto de rios que serpenteiam o cenário lá embaixo. Aos poucos os vestígios humanos vão desaparecendo e o selvagem vai ganhando espaço. Neste momento do voo, a natureza está em alta.

Unico Riviera Nayarit desk

O avião começa a perder altitude e ouço a comissária avisar que os procedimentos de aterrissagem já se iniciaram. Rapidamente atingimos o nível das nuvens que agora espocam como flashs em frente às nossas janelas. Vamos pousar.

Continuo com o pensamento acima das nuvens que agora, vistas de baixo, transformaram o dia que estava radiante, em nublado. Aproximamo-nos mais da terra. Verdes de todos os tons enchem de cores os campos produtivos. Ondas de plantações irrigadas tecem ensaios artísticos no solo. Ao lado, lagos estáticos brilham adormecidos de tanto calor. Surgem as primeiras construções. A cidade se aproxima. Vista do alto, parece uma brincadeirinha urbana. Antes de tocar o solo, entendi como é bom deixar o pensamento viajar acima das nuvens.

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Por Caroline & Claudia Tonaco

Existem cidades que impressionam pelos monumentos. Existem cidades que impressionam pelos monumentos. Diamantina impressiona pelo conjunto.

Não existe uma única rua mais bonita, uma única igreja imperdível ou um único cartão-postal. O encanto está em percorrer o Centro Histórico sem rumo, e deixar que cada esquina revele uma nova paisagem.

É assim que se entende por que Diamantina recebeu o título de Patrimônio Mundial: não apenas pelos edifícios preservados, mas pela atmosfera que faz parecer que o tempo escolheu passar mais devagar por aqui.

#travel3 #diamantina #patrimoniomundial #cidadehistorica
Há mais de 25 anos, a Vesperata transforma o Cent Há mais de 25 anos, a Vesperata transforma o Centro Histórico de Diamantina em um grande palco a céu aberto.

Músicos se apresentam das sacadas dos casarões coloniais enquanto maestros conduzem o espetáculo do centro da Rua da Quitanda. 

Uma experiência que ajuda a explicar por que Diamantina é um dos destinos mais especiais de Minas Gerais!

Você já viveu essa experiência?
 
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✨ Dica para quem sonha em conhecer os Lençóis ✨ Dica para quem sonha em conhecer os Lençóis Maranhenses!

Atins, uma das portas de entrada do parque nacional, acaba de ganhar um novo hotel boutique. O Villa Pantai chega em um momento em que a vila se consolida como um dos destinos mais desejados do Brasil para quem busca natureza, conforto e exclusividade.

Com apenas 22 acomodações, o hotel foi projetado para integrar o luxo à paisagem e proporcionar uma estadia tranquila, cercada pelas belezas dos Lençóis Maranhenses.

O grande destaque é uma piscina inspirada nas lagoas da região, com fundo de areia e aquecimento natural, além de uma gastronomia que valoriza os sabores maranhenses.

Atins deixou de ser um segredo entre aventureiros para conquistar viajantes do mundo inteiro — e não é difícil entender o porquê.

Quer conhecer mais sobre essa novidade? A matéria completa está no site da Travel3. Link na bio!

📸 Fotos: Divulgação / Villa Pantai Atins

#Travel3 #Atins #LençóisMaranhenses #HotelBoutique #TurismoDeLuxo ViagemDosSonhos
🍫 Hoje é o Dia Mundial do Chocolate! E que tal 🍫 Hoje é o Dia Mundial do Chocolate! E que tal aproveitar a data para conhecer destinos onde ele vai muito além da sobremesa?

Em diferentes partes do mundo, o chocolate faz parte da cultura, da história e da identidade local. Há lugares onde você pode visitar fazendas de cacau, acompanhar a produção artesanal, entrar em fábricas centenárias e provar receitas que atravessam gerações.

Anote esses destinos para a sua lista de viagens:

🇧🇷 Sul da Bahia – conheça fazendas de cacau entre Ilhéus e Itacaré e acompanhe todo o processo, da fruta à barra de chocolate.

🇧🇷 Gramado – fábricas abertas à visitação, cafeterias e chocolaterias transformam a cidade em um verdadeiro paraíso para os apaixonados por chocolate.

🇨🇭 Suíça – museus, fábricas históricas e experiências que mostram por que o país se tornou uma referência mundial.

🇧🇪 Bélgica – em Bruxelas e Bruges, as vitrines das chocolaterias parecem galerias de arte, repletas de pralines e bombons artesanais.

🇮🇹 Modica, Sicília – prove um dos chocolates mais tradicionais da Itália, produzido com uma técnica centenária que resulta em uma textura granulada e única.

🇲🇽 Oaxaca – descubra as origens do cacau em mercados tradicionais e experimente bebidas à base de chocolate, café e especiarias.

E uma dica para levar na mala: quanto maior o teor de cacau e menor a lista de ingredientes, maiores as chances de encontrar um chocolate que valorize a matéria-prima e os sabores do destino.

Tem matéria completa no site da Travel3 com mais detalhes sobre esses roteiros para quem ama chocolate. O link está na bio!

🍫 Qual desses destinos entrou para a sua lista de desejos?

#Travel3 #DiaMundialDoChocolate #Chocolate #TurismoGastronômico #DicasDeViagem
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