• Fale Conosco
segunda-feira, 1 junho, 2026
Travel3
  • DESTINOS
    • África
    • América Central e Caribe
    • América do Norte
    • América do Sul
    • Ásia
    • Brasil
    • Europa
    • Oceania
  • IR E VIR
    • Ar
    • Mar
    • Terra
  • HOSPEDAGEM
    • Internacional
    • Nacional
  • GASTRONOMIA
  • DICAS
  • ACONTECE NO TURISMO
    • Eventos e Feiras
    • Negócios
    • Operadoras
  • TRAVEL3
    • TvTravel3
    • Radio Travel3
    • Facebook Travel3
    • Instagram Travel3
  • GUIAS
    • Barcelona
    • San Miguel de Allende
No Result
View All Result
  • DESTINOS
    • África
    • América Central e Caribe
    • América do Norte
    • América do Sul
    • Ásia
    • Brasil
    • Europa
    • Oceania
  • IR E VIR
    • Ar
    • Mar
    • Terra
  • HOSPEDAGEM
    • Internacional
    • Nacional
  • GASTRONOMIA
  • DICAS
  • ACONTECE NO TURISMO
    • Eventos e Feiras
    • Negócios
    • Operadoras
  • TRAVEL3
    • TvTravel3
    • Radio Travel3
    • Facebook Travel3
    • Instagram Travel3
  • GUIAS
    • Barcelona
    • San Miguel de Allende
No Result
View All Result
Travel3
No Result
View All Result
Home Comece a Viajar

MASP reforça experiência cultural em São Paulo

Claudia Tonaco por Claudia Tonaco
1 de junho de 2026
in Comece a Viajar, Destaque, Dicas, Home
0
MASP - São Paulo

Foto: MASP/Divulgação

Expansão inaugurada em 2025 dobrou a área do museu e criou novas galerias na Avenida Paulista

Quem chega hoje ao MASP encontra um conjunto que não existia em 2024: dois prédios, em vez de um. Na Avenida Paulista, o famoso bloco suspenso por quatro pilares vermelhos — o vão livre mais conhecido da arquitetura brasileira, assinado por Lina Bo Bardi em 1968 — continua no lugar de sempre. Ao lado dele, num terreno antes vago, há agora um vizinho preto e vertical, de catorze andares, com fachada de alumínio perfurado. Ele se chama Edifício Pietro Maria Bardi e abriu para o público em 28 de março de 2025.

O sobrenome dos dois prédios não é coincidência. Lina e Pietro foram marido e mulher, italianos chegados ao Brasil em 1946. Os dois nomes, junto com o do paraibano Assis Chateaubriand, ergueram, em 1947, a coleção que viria a ser, no fim das contas, uma das mais importantes coleções de arte europeia do hemisfério sul.

Em 2025, primeiro ano depois da expansão, o museu fechou com 1,19 milhão de visitantes — recorde absoluto, e a primeira vez na história em que o MASP virou o museu mais visitado do Brasil. A área operacional, que era de 10.485 m², saltou para 21.863 m². Dobrou. E o que dobrou junto foi o jeito de visitar.

Tudo começou com o trio Chateaubriand + Pietro + Lina

A história do MASP começa em 1946, quando o jornalista e crítico de arte italiano Pietro Maria Bardi desembarca no Brasil para curar uma exposição de arte italiana antiga, no Rio de Janeiro. Ele vem com a mulher, a arquiteta Lina Bo Bardi. Os dois nem pensavam em ficar, mas a viagem cruza com Assis Chateaubriand, dono dos Diários e Emissoras Associados — o maior império de jornais, revistas e rádios da América Latina à época. Chateaubriand quer fundar um museu de arte em São Paulo, e convida Pietro para dirigi-lo. Pietro aceita. No dia 2 de outubro de 1947, o Museu de Arte de São Paulo é inaugurado, em sede provisória no centro da cidade.

A coleção foi montada a partir do zero, no melhor momento possível. A Europa vivia a crise do pós-guerra e, descapitalizada, vendia obra-prima a preço baixo. Pietro Maria Bardi viajava, escolhia e negociava. Chateaubriand bancava. Em pouco mais de uma década, o museu já tinha Goya, Velázquez, Bosch, Mantegna, Botticelli, Rafael, Tintoretto, Frans Hals, Rembrandt, Cézanne, Manet, Monet, Renoir, Van Gogh, Gauguin, Toulouse-Lautrec, Modigliani. Hoje o acervo passa de 11 mil obras.

Pietro ficou à frente do museu por quase cinco décadas, até 1996. Morreu em São Paulo em 1999, aos 99 anos. Lina, sua mulher, projetou no caminho dois dos prédios mais marcantes da arquitetura moderna brasileira — o MASP, em 1968, e o SESC Pompeia, entre 1977 e 1986. Morreu em 1992, aos 77 anos, antes de ver o MASP virar dois.

O prédio de Lina e os cavaletes que reinventaram o museu

O endereço da Paulista chegou em 1968. O terreno tinha sido doado à cidade pela família Matarazzo, em 1947, com uma cláusula peculiar. A vista do centro de São Paulo dali do alto não podia ser bloqueada. Lina Bo Bardi resolveu o impasse fazendo o museu flutuar. Suspendeu um bloco de concreto e vidro a oito metros do chão, com 74 metros de vão livre, apoiado em quatro pilares vermelhos. O prédio acabou se transformando na escultura urbana mais reconhecida da Paulista, e o maior vão livre de concreto da América Latina na época da inauguração.

Por baixo dele, a praça pública continua aberta. É de lá que se vê a paisagem original que a doação queria preservar.

Dentro do museu, Lina também inventou o jeito de mostrar a coleção. Os quadros não iriam para a parede. Ficariam suspensos em cavaletes de cristal — blocos de concreto na base, hastes verticais de vidro acima, e a obra encaixada na frente, com a ficha técnica intencionalmente atrás. O visitante caminhava entre os quadros como entre pessoas, num salão aberto, sem corredor obrigatório. Cada um escolhia onde olhar, e em que ordem. Era um manifesto contra o museu europeu clássico, e uma das primeiras tentativas sérias de inventar o museu na escala latino-americana.

Os cavaletes foram tirados em 1996, em uma reforma controversa. Voltaram restaurados, em 2015, e desde então estão no centro da pinacoteca.

E aí, o MASP decidiu crescer

Nos anos 2010, o museu já não cabia em si. A pinacoteca em cavaletes na sala de exposição permanente disputava espaço com as mostras temporárias, que ficavam comprimidas em pavimentos mais baixos. O laboratório de restauro, os ateliês de educação, a reserva técnica, tudo improvisado. As filas começaram a tomar a calçada da Paulista. O acervo crescia, o público crescia, mas o prédio de Lina é o que é — e mexer nele significava mexer em patrimônio tombado.

A saída veio em 2019, quando o museu anunciou que ia construir um anexo ali mesmo. O terreno escolhido ficava do outro lado da Rua Professor Otávio Mendes, uma quadra estreita entre a Paulista e os fundos do prédio Lina. Não era um terreno grande. Era, na verdade, o que sobrara. Para caber tudo o que o museu precisava, o novo edifício teria de crescer para cima.

O Edifício Pietro Maria Bardi

O projeto foi assinado pelo arquiteto paulistano Júlio Neves em coautoria com o escritório Metro Arquitetos Associados, dos sócios Martin Corullon e Gustavo Cedroni. A premissa era clara desde o começo: o novo prédio precisava abrigar todas as funções que faltavam ao museu, mas sem competir com a arquitetura de Lina. Tinha que ressaltar o vão livre, não brigar com ele.

O resultado é um monolito vertical de 14 andares e 7.821 m², com fachada externa quase inteiramente revestida de chapas de alumínio preto perfuradas e plissadas. As perfurações controlam a entrada de luz, reduzem o ganho térmico do prédio e funcionam como um véu — de longe, o monolito parece opaco; de perto, deixa adivinhar o que acontece dentro. Aberturas pontuais, em pontos estratégicos, oferecem vistas francas da cidade. O contraste cromático com o vermelho dos pilares de Lina é deliberado e funciona: os dois prédios conversam sem se sobrepor.

A conexão entre eles é subterrânea. Sob a Rua Professor Otávio Mendes, um túnel de 40 metros liga os dois pisos térreos. O visitante atravessa de um lado a outro sem precisar voltar à rua.

A obra custou cerca de R$ 250 milhões e, segundo o MASP, foi financiada integralmente por doações privadas, sem utilizar mecanismos de incentivo fiscal.

Loja MASP
Foto: MASP/Divulgação

O que você verá agora no novo MASP

Cinco andares do Edifício Pietro Maria Bardi são de galerias expositivas; outros dois, de uso múltiplo. O laboratório de conservação, antes apertado, agora ocupa espaço próprio. Uma escola, dedicada às atividades educativas, ocupa um andar inteiro. O auditório, o restaurante, o café e a loja ficam distribuídos em outros pavimentos.

A inauguração do prédio, em 28 de março de 2025, foi montada como uma série de cinco exposições simultâneas, sob o título guarda-chuva Cinco ensaios sobre o MASP. No segundo andar, Isaac Julien: Lina Bo Bardi — um maravilhoso emaranhado, videoinstalação em nove telas em que Fernanda Montenegro e Fernanda Torres dão voz aos escritos de Lina. No terceiro, Artes da África, do Egito antigo à arte contemporânea. No quarto e no décimo, Geometrias, com Judith Lauand, Hélio Oiticica, Beatriz Milhazes, Delson Uchôa. No quinto, Renoir, reunindo todas as doze pinturas e a única escultura do artista francês que pertencem ao museu — última vez que estiveram juntas foi em 2002. E no sexto, Histórias do MASP, recapitulando sete décadas da instituição.

A programação de 2026 é dedicada às Histórias latino-americanas, eixo curatorial central da diretoria artística do museu. Em março abriram a peruana Sandra Gamarra Heshiki e as argentinas Claudia Alarcón e La Chola Poblete. Entre setembro de 2026 e janeiro de 2027, uma grande mostra coletiva — também chamada Histórias latino-americanas — vai ocupar os cinco andares de exposição do Edifício Pietro Maria Bardi, investigando a construção da ideia de América Latina entre a colonização e as formas contemporâneas de resistência.

E no prédio de Lina, do outro lado do túnel, a pinacoteca em cavaletes de cristal continua no lugar — a coleção permanente do museu, que é o que faz o MASP ser MASP.

O vão livre virou museu também

Em novembro de 2024, a Prefeitura de São Paulo concedeu ao museu, por 20 anos, a gestão da praça pública sob o prédio Lina — o famoso vão livre. A partir dali o chão coberto da Paulista também passou a fazer parte da programação cultural do MASP. Desde então acontecem ali sessões de cinema ao ar livre, oficinas, performances, aulas de yoga e conversas com artistas, entre outros eventos. Tudo gratuito, sem reserva.

Como visitar o MASP

O museu fica na Avenida Paulista, 1578, na altura do Parque Trianon. A estação de metrô Trianon-MASP, da Linha 2-Verde, fica a dois minutos da entrada. Quem vem de carro encontra estacionamento conveniado no entorno, mas a Paulista é o tipo de endereço em que se chega melhor a pé ou de metrô.

O MASP abre de terça a domingo. Na terça-feira, das 10h às 20h, com entrada gratuita o dia inteiro (Terça Grátis Nubank) — sem necessidade de ser cliente do banco. De quarta a domingo, das 10h às 18h. Na sexta-feira, das 18h às 20h, a entrada também é gratuita (Sexta Gratuita B3). Segunda-feira, fechado.

O ingresso inteiro custa R$ 85; meia-entrada (estudantes, professores, maiores de 60 anos), R$ 42. Crianças até 10 anos e pessoas com deficiência mais um acompanhante não pagam. A reserva online é obrigatória, mesmo nos dias gratuitos, e a melhor forma de garantir entrada é pelo site oficial masp.org.br. As terças costumam lotar — vale chegar nas primeiras horas.

A visita completa, com calma, pede pelo menos quatro horas: a pinacoteca em cavaletes no prédio Lina, a programação temporária nos cinco andares do prédio Pietro, a passagem pelo túnel subterrâneo, o tempo na loja e a parada para almoço ou café. Em dias mais corridos, dá para reduzir a duas horas, focando em uma das duas alas.

Onde comer e comprar dentro do museu

A Baianeira, da chef Manu Ferraz, é o restaurante principal do museu. Funcionava antes no segundo subsolo do prédio Lina, e migrou em 2025 para o térreo do Edifício Pietro Maria Bardi. A casa começou pequena, dez anos atrás, num bistrô na Vila Madalena, com cozinha autoral em torno da culinária do recôncavo baiano. No MASP, o cardápio ampliou e ganhou pratos pensados para a travessia entre os dois prédios — uma cozinha brasileira de matriz baiana, com bom respiro modernista. Boa parada para almoço sem pressa, com vista do alumínio plissado do prédio novo.

O café do museu, no mesmo edifício, é o ponto de pausa rápida — café, sanduíche, pão de queijo, doce. Funciona em ritmo de café da Paulista.

A MASP Loja não é exatamente loja de museu. Está entre as melhores curadorias de design brasileiro contemporâneo já reunidas em uma loja de museu no Brasil. Ela foi montada pela consultora Adélia Borges em torno de objetos feitos por comunidades de artesãos, povos indígenas e designers de várias regiões do Brasil. Cerâmica de comunidades quilombolas do norte de Minas, cestaria indígena do Xingu, têxteis de cooperativas alagoanas, joias contemporâneas, mobiliário em pequena escala, prataria mineira, peças únicas em barro, vidro, palha e fibra. Tudo escolhido pela qualidade do gesto, não pela origem geográfica. Tem também a linha própria do museu — pôsteres do acervo, livros, catálogos, papelaria — e uma seção de design infantil curada para entregar aos sobrinhos. A entrada da loja é gratuita: não exige ingresso do museu para visitar.

O museu continua se inventando. Em 1947, começou em sede provisória no centro da cidade. Em 1968, ganhou um prédio que virou símbolo da Paulista. Em 2025, ganhou um vizinho com o sobrenome do primeiro diretor. Lina Bo Bardi sempre teve seu prédio na Paulista. Agora também tem o vizinho do mesmo sobrenome.

Melhores lugares para tirar fotos do MASP

O vão livre visto da Avenida Paulista

Atravesse a Paulista no semáforo do Parque Trianon, e olhe para o museu da calçada do lado par, abaixo dos quatro pilares vermelhos. O ângulo enquadra o prédio inteiro de baixo para cima, com o bloco suspenso recortado contra o céu. Quem fotografa antes das 10h da manhã pega luz mais frontal e menos sombra dura sobre os pilares; depois das 18h, no verão, ganha luz dourada e contraste suave.

Por baixo do vão livre, com a paisagem do centro ao fundo

A grande surpresa do prédio de Lina é o que se vê de baixo. Em pé na praça pública, embaixo do bloco suspenso, dá para fotografar Paulista, vão e centro da cidade ao fundo, alinhados em um único enquadramento. A foto fica especialmente forte ao crepúsculo, quando a iluminação acende e o museu passa de massa concreta a silhueta vermelha sobre a paisagem urbana.

O Edifício Pietro Maria Bardi visto da Rua Professor Otávio Mendes

A fachada preta de alumínio perfurado é mais bonita de perto. Quem desce a Rua Professor Otávio Mendes, no flanco entre os dois prédios, vê a textura plissada das chapas em detalhe, e pega o contraste cromático entre o preto do anexo e o vermelho dos pilares de Lina ao fundo. Vá no final de tarde — a luz oblíqua acentua o relevo da fachada.

Os dois prédios juntos, da subida da Paulista

Para enquadrar os dois prédios em uma foto só, suba a Paulista em direção ao Parque Trianon, e procure o ponto em que a calçada abre o campo de visão. Dali, o prédio Lina aparece em primeiro plano e o Edifício Pietro Maria Bardi sobe atrás, vertical, num mesmo eixo. É a foto que conta a história inteira do museu em uma imagem.

Nosso lugar secreto

A MASP Loja é o segredo mais bem guardado do museu. Não exige ingresso para entrar, fica num mezanino discreto do prédio Lina (com extensão no novo Edifício Pietro Maria Bardi) e tem a melhor curadoria de design brasileiro contemporâneo de uma loja de museu no país.

A seleção é da consultora Adélia Borges, que vem montando o acervo há anos em parceria com comunidades de artesãos, povos indígenas e designers de várias regiões. A apresentação é não-hierárquica, em coerência com a filosofia museológica fundada por Lina e Pietro Maria Bardi e retomada pela direção atual: a cerâmica indígena divide prateleira com o livro de Goya, o tear alagoano fica do lado do pôster de Monet. O resultado é uma pequena exposição rotativa do que o Brasil faz com as mãos.

A loja é, no fim, o melhor lugar para sair do MASP com algo que não seja só lembrança de viagem. Vá no fim da visita, com tempo. Em qualquer trajetória pelo museu, ela funciona como destino-bônus.

Tags: dicas São PauloMASPMuseu de arteMuseusMuseus BrasileirosSão Paulo
ShareTweetSharePin
Previous Post

Palm Beaches apresenta novos hotéis, restaurantes e atrações para 2026

Next Post

Europa exigirá autorização eletrônica de brasileiros

Next Post
europa - paris

Europa exigirá autorização eletrônica de brasileiros

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

revistatravel3

@RevistaTravel3
Desde 2007, conectando você aos melhores destinos
Lazer + Negócios + Aventura
Por Caroline & Claudia Tonaco

Os museus mais interessantes do mundo já não sã Os museus mais interessantes do mundo já não são apenas lugares para ver arte — eles estão se tornando o próprio motivo da viagem.

De Los Angeles ao Japão e aos Emirados Árabes, novos espaços culturais vêm chamando atenção pela arquitetura, pelas experiências imersivas e por propostas que misturam arte, design e identidade local.

✨ Em Los Angeles, o futuro Lucas Museum of Narrative Art, criado por George Lucas, vai reunir de Star Wars a mangás, fotografia, quadrinhos e obras de Frida Kahlo em um prédio futurista que já virou atração antes mesmo da inauguração.

✨ No Japão, a ilha de Naoshima acaba de ganhar um novo museu dedicado à arte contemporânea asiática. O projeto leva assinatura de Tadao Ando e praticamente desaparece na paisagem da ilha.

✨ Já em Abu Dhabi, o recém-inaugurado Zayed National Museum ajuda a entender a história e a cultura dos Emirados Árabes além do luxo e dos arranha-céus, com arquitetura inspirada em asas de falcão.

Cada um deles mostra como arquitetura, arte e turismo cultural estão cada vez mais conectados — e como um museu pode transformar completamente um destino.

👉🏻 Tem matéria completa no site da Travel3. Link na bio.

#Travel3 #TurismoCultural #Museus #artecontemporaneo #cultura
Minas vai ganhar uma nova rota aérea que promete Minas vai ganhar uma nova rota aérea que promete facilitar as viagens pelo circuito histórico do estado ✈️

A partir de 2 de agosto, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras começa a operar voos diretos entre Confins e São João del-Rei, uma das cidades mais charmosas do Campo das Vertentes.

Serão três frequências semanais — às segundas, sextas e domingos — operadas pela Azul Conecta, com aeronaves Caravan.

Além da arquitetura colonial e das igrejas históricas, São João del-Rei é porta de entrada para destinos como Tiradentes e Prados.

Entre os passeios mais procurados estão a Maria Fumaça até Tiradentes, o centro histórico, a gastronomia mineira e o calendário cultural da região, que atrai visitantes o ano inteiro.

A nova rota também facilita conexões para quem chega a Minas por Confins e quer seguir viagem pelo interior do estado.

Tem matéria completa no site da Travel3. Link na bio.

#Travel3 #MinasGerais #SãoJoãoDelRei #Tiradentes #visiteminasgerais
Los Cabos entrou de vez no radar das viagens de lu Los Cabos entrou de vez no radar das viagens de luxo e bem-estar — e a proposta do destino mexicano tem mais a ver com desacelerar do que com excessos.

No Nobu Hotel Los Cabos, a experiência combina paisagens entre o deserto e o mar, arquitetura minimalista japonesa e uma proposta de wellness que vai além do spa.

Yoga à beira-mar, meditação guiada, terapias sonoras, caminhadas conscientes e rituais de relaxamento fazem parte da programação do resort, que aposta em experiências voltadas ao equilíbrio entre corpo e mente.

Durante julho, o hotel ainda promove o Wellness Month, com atividades especiais para hóspedes, incluindo aulas de yoga, sound healing, functional training e até experiências ligadas ao pickleball.

A gastronomia também é parte importante da viagem. O restaurante Nobu leva ao destino a famosa fusão japonesa-peruana criada por Nobu Matsuhisa, em menus que acompanham o ritmo leve da estadia.

Com vista para o Pacífico, piscinas, spa e ambientes integrados à paisagem natural, o hotel mostra como Los Cabos vem redefinindo o conceito de luxo no México.

Tem matéria completa no site da Travel3. Link na bio.

#Travel3 #LosCabos #NobuHotelLosCabos #WellnessTravel #México HotéisDeLuxo ViagemInternacional TurismoDeLuxo
A Amazônia está no radar — e com uma proposta A Amazônia está no radar — e com uma proposta de viagem que vai muito além da hospedagem.

No Juma Amazon Lodge, a experiência começa antes mesmo da chegada: a cerca de 100 km de Manaus, em meio a uma área preservada de 7 mil hectares, o contato com a floresta acontece de forma direta e constante.

Construído sobre palafitas, o lodge se integra ao ambiente e oferece uma imersão na biodiversidade amazônica. Trilhas na selva, passeios de canoa por igarapés, focagem noturna de animais e visitas a comunidades ribeirinhas fazem parte da programação.

A estrutura inclui bangalôs integrados à paisagem, piscina flutuante com água do rio, restaurante e torre de observação. Tudo com práticas voltadas à sustentabilidade e valorização da cultura local.

A Amazônia segue como um dos destinos de natureza mais relevantes do mundo — e experiências como essa mostram por quê.

Tem matéria completa no site da Travel3, com mais detalhes. Link na bio.

#travel3 #amazônia #jumaamazonlodge #turismodenatureza #ecoturismo
Siga no Instagram
[Valid RSS]
  • Fale Conosco

© 2022 Travel3

No Result
View All Result
  • DESTINOS
    • África
    • América Central e Caribe
    • América do Norte
    • América do Sul
    • Ásia
    • Brasil
    • Europa
    • Oceania
  • IR E VIR
    • Ar
    • Mar
    • Terra
  • HOSPEDAGEM
    • Internacional
    • Nacional
  • GASTRONOMIA
  • DICAS
  • ACONTECE NO TURISMO
    • Eventos e Feiras
    • Negócios
    • Operadoras
  • TRAVEL3
    • TvTravel3
    • Radio Travel3
    • Facebook Travel3
    • Instagram Travel3
  • GUIAS
    • Barcelona
    • San Miguel de Allende

© 2022 Travel3

Este website utiliza cookies. Para continuar navegando você precisa concordar com nossas políticas de privacidade.