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Home Acontece no Turismo

A Crise Climática lançou no ar a questão: viajar ou não viajar?

Claudia Tonaco por Claudia Tonaco
9 de julho de 2021
in Acontece no Turismo, Destaque, Dicas
0
Crise Climática

(Foto: Divulgação)

Decolar ou não decolar? Embarcar ou ficar em casa a ver navios?

A Crise Climática lançou uma questão moral sobre a esteira rolante dos viajantes: decolar ou não decolar? Embarcar ou ficar em casa a ver navios? É claro que estou exagerando e é claro que o bom senso vai nortear as nossas decisões. Mas fato é que nos últimos anos, consumismo e viagens passaram a andar de mãos dadas pelos 4 cantos do planeta. Estou falando dos anos pré-pandemia. Nunca se viajou tanto, para tantos e tão diferentes lugares. Quanto mais distante e mais exótico o destino, melhor para os perfis nas mídias sociais.

Às vésperas de uma mudança radical e sem retorno no clima do Planeta Terra, e enquanto ainda não inventaram um avião ou navio elétrico, é importante saber o peso das pegadas de carbono que a indústria do turismo produz. Para começar, existe sim uma relação direta entre as emissões de carbono e o degelo das calotas polares.

Conhecimento ajuda o viajante combater a Crise Climática

Uma família de 3 pessoas que faz uma viagem internacional gera cerca de 2.5 toneladas de dióxido de carbono, que é mais ou menos a quantidade anual de CO2 produzida per capita – por pessoa, no Brasil.

Vale saber que a média mundial de emissão de CO2 é de quase 5 toneladas de CO2 per capita. E que a Austrália, os Estados Unidos, o Canadá, a Rússia e a Arábia Saudita estão entre os países que mais emitem CO2, variando entre 17 e 12 toneladas per capita.

COPA Airlines Los Cabos Desk

E pior do que viajar de avião é viajar de navio, que usa um tipo de combustível altamente poluente, emitindo até 4 vezes mais dióxido de carbono por quilômetro do que um avião. Isso sem falar no ar que os passageiros respiram no interior dessas embarcações. Talvez, como consequência da pandemia de COVID-19, as companhias de cruzeiros marítimos estejam implementando filtros mais eficientes e saudáveis mas, até então, a qualidade do ar dentro dos navios chegou a ser comparada com o ar de algumas das cidades mais poluídas do mundo.

Conhecimento é o primeiro fator que vai ajudar o viajante a combater a Crise Climática. Consciência vem em seguida.

Diversa Divweek desk
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revistatravel3

@RevistaTravel3
Desde 2007, conectando você aos melhores destinos
Lazer, negócios + aventura
Por Caroline & Claudia Tonaco
Link na bio

Para 2026, eu não faço uma lista de destinos. E Para 2026, eu não faço uma lista de destinos.

Eu escolho sensações:
mais leveza,
mais curiosidade,
mais tempo,
mais prazer em viajar.

O último dia do ano pede pausa, não pressa.
Pede fechar ciclos, e seguir em frente com mais calma.

Que 2026 venha leve.
E que a gente viaje ainda melhor.

✨ Feliz Ano Novo!
2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra 2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra mim, o pôr do sol mais bonito do ano foi aquele visto da varanda da minha suíte no UNICO 20°105°, na Riviera Nayarit.

Prova de que alguns momentos não ficam só no dia, mas marcam o ano.
Inesquecível!
❤️
📷- @carolinetonaco /@revistatravel3 
#sunset #retrospectiva #rivieranayarit #unico20105
Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, fica o que realmente importa: as experiências que levamos com a gente.

Feliz Natal ✨
E que 2026 seja o ano de viajar como nunca!
📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas ca 📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas calma: na prática, quase nada muda

Entrou em vigor na segunda-feira a Portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo, que atualiza as regras da diária em hotéis, pousadas e resorts no Brasil.

O objetivo principal da nova regra não é mudar horários, mas deixar tudo mais claro para o hóspede.

👉🏻O que a portaria define
A diária passa a ser oficialmente considerada um período de 24 horas.
Mas dentro desse período, o hotel pode usar até 3 horas para limpeza e arrumação do quarto, sem cobrança extra.

❔Isso quer dizer que vou ficar 24 horas no quarto?
Não.
O hotel continua definindo seus horários de check-in e check-out, como sempre aconteceu.

❔Então quanto tempo fico, na prática?
Na maioria dos casos, o tempo real de uso do quarto gira em torno de 21 horas — exatamente como já acontece hoje na maior parte dos hotéis.

👉🏻O que muda de verdade para o hóspede:
✔ Os horários de entrada e saída precisam ser informados com clareza antes da reserva
✔ As regras da diária ficam padronizadas em todo o país
✔ Diminui a chance de interpretações erradas ou conflitos na recepção

📌 Ou seja:
A portaria protege o consumidor, reforça a transparência e organiza o setor.
Mas não criou a “diária de 24 horas no quarto” nem alterou o funcionamento prático dos hotéis.

Seus direitos ficam mais claros, mas a rotina da hospedagem segue praticamente a mesma!
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