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TURISMO RURAL É ESPELHO DA INDÚSTRIA E CONTINUA RELEGADO AO 2o PLANO

admin por admin
7 de setembro de 2017
in Sem categoria
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Reunião da Comissão de Turismo, na Câmara dos Deputados (Fotos: Victor Diniz/Divulgação)

O turismo rural começou a florescer no Brasil no início da década de 1970. Esta foi a solução encontrada pelos proprietários de fazendas e outros empreendimentos, para evitar o declínio e a desgregação das sociedades rurais.

Desde então, a atividade tem contribuído para promover as belas atrações do interior do Brasil, ajudando a melhorar a economia de comunidades agrícolas. O turismo permite um contato mais direto e genuíno com a natureza, com as atividades agrícolas e as tradições locais.

Como o turismo no Brasil ainda é uma indústria de segunda classe, é evidente que o segmento rural, como todos os outros do setor, enfreta problemas que oneram os custos dos empreendedores. É o famoso Custo Brasil atingindo em cheio um atividade frágil e que poderia, se bem apoiada, gerar genuíno crescimento econômico para a nação.

Para debater o tema e buscar soluções legislativas, o presidente da Comissão de Turismo, deputado federal Herculano Passos (PSD-SP) propôs uma audiência pública, que foi realizada na última quarta-feira (6 de julho), na Câmara dos Deputados.

De acordo com a Presidente do Instituto de Desenvolvimento do Turismo Rural (Idestur), Andréia Roque, 60% dos empreendimentos de turismo rural do Brasil são informais. “O empresário do turismo rural, que também é produtor rural, precisa ter dois CNPJ. Ele atende com nota fiscal de produtor rural e, para atuar no turismo rural formalmente, tem que ter outra empresa. E a gente entende isso como bitributação, tornando impossível qualquer segmento”, lamentou Roque.

A maioria das empresas de turismo rural é de pequeno porte e, na opinião do deputado Herculano, a falta de regulamentação prejudica a economia do país. “Em época de crise nós temos que facilitar a vida das pessoas, mas sem uma legislação pertinente, quem é que vai querer formalizar uma empresa e pagar impostos duas vezes? Assim, as empresas de turismo rural seguem informais, sem arrecadar para os cofres públicos”, explicou.

Sem um CNPJ do segmento turístico, estes empreendimentos também não podem se incluir no Cadastur, o Sistema de Cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam na cadeia produtiva do setor, executado pelo Ministério do Turismo. “Assim, ele também não tem acesso, por exemplo, às linhas de financiamento oferecidas pelo Ministério nem pode ser incluído nas políticas públicas da pasta”, explicou o Coordenador-geral de Produtos Turísticos da Secretaria Nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do Ministério do Turismo, Cristiano Borges.

A falta de regulamentação dificulta a construção de determinadas políticas e a informalidade também impede o acesso a linhas de crédito oferecidas pelo Ministério do Trabalho. “Existe o Proger, que tem uma linha específica para fomentar ações vinculadas ao setor de turismo, mas para isso é preciso um CNPJ desta natureza”, explica a Coordenadora-geral de Emprego e Renda do Ministério do Trabalho, Lucilene Estevam Santana.

Segundo levantamento apresentado pela Turismóloga Marta Feitosa, da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 60% das cidades turísticas com predominância rural são de pequeno porte, ou seja, com até 10 mil habitantes e estão categorizados em baixo (44,4%) e médio (35,8%) Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). No Nordeste, este percentual é muito maior. Dos 308 municípios envolvidos, 75,9%, possuem baixo IDH. “A CNM entende a importância do Turismo Rural como alternativa de desenvolvimento municipal e principalmente para o aumento da renda do pequeno produtor rural”, afirma Feitosa.

Durante a audiência, o deputado Professor Sérgio Oliveira (PSD-PR), frisou que o turismo rural contribui para o crescimento do país. “Nesse tempo de mecanização é uma tendência natural à volta para o interior. É uma área com potencial absoluto, mas percebemos que 80% do setor está na informalidade. Devemos (deputados) construir um ambiente legal viável para a construção de políticas públicas de fomento ao turismo rural para gerar emprego, renda e qualidade de vida a todos”, declarou.

No ano passado, um projeto de lei que tramitava no Congresso Nacional há oito anos, foi transformado na Lei 13.171/2015. Ele pretendia regulamentar o turismo rural, mas parte do texto, que dizia considerar atividade rural o conjunto das atividades turísticas desenvolvidas no meio rural foi vetado pela Presidência da República. O argumento usado pelo Palácio do Planalto foi de que da forma ampla como foi redigido, o dispositivo poderia enquadrar certas atividades turísticas indevidamente como atividade rural, possibilitando uma aplicação distorcida de benefícios tributários do imposto de renda rural.

Também participaram da audiência a Coordenadora do Projeto Rota da Liberdade, Solange Barbosa, que defendeu a inclusão das comunidades quilombolas nas políticas de turismo; e o membro da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Patrick Assumpção, que apresentou projetos de turismo rural realizados no Vale do Paraíba. 

COPA Airlines Los Cabos Desk
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@RevistaTravel3
Desde 2007, conectando você aos melhores destinos
Lazer, negócios + aventura
Por Caroline & Claudia Tonaco
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O @inhotim acaba de entrar para a lista “52 Luga O @inhotim acaba de entrar para a lista “52 Lugares para ir em 2026” do The New York Times — e é o único destino brasileiro citado.

Localizado em Brumadinho, MG, o maior museu a céu aberto da América Latina reúne arte contemporânea de relevância internacional e um jardim botânico que transforma a visita em uma experiência que pede tempo e planejamento.

Com 140 hectares e galerias distribuídas em uma área extensa, muitos visitantes têm optado por conhecer Inhotim com logística organizada, incluindo transporte e serviços integrados. 

A @belvitur , agência oficial do Instituto, oferece soluções que facilitam o acesso e permitem aproveitar melhor o percurso pelo museu.

O reconhecimento internacional reforça o interesse por Inhotim ao longo de 2026 e consolida o destino como ponto de partida para roteiros que incluem Belo Horizonte e cidades históricas de Minas Gerais.
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📷 Foto- Brendon Campos
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#inhotim #newyorktimes #destinos #visiteminasgerais
Hospedar-se em um hotel-palácio é viver a viagem Hospedar-se em um hotel-palácio é viver a viagem como parte da história do destino. Em Marrakech, o La Mamounia traduz essa experiência como poucos lugares no mundo.

Desde 1923, o hotel ocupa uma posição central na cidade e combina arquitetura marroquina tradicional com linhas do art déco europeu. Arcos, mosaicos zellige, pátios e jardins dialogam com o modelo dos antigos palácios e riads, criando espaços que convidam à contemplação e à pausa em meio ao ritmo vibrante da medina.

Nos interiores, o artesanato local dá o tom: madeiras entalhadas à mão, tadelakt, metais moldados por artesãos, tecidos regionais, tapetes berberes e salões monumentais que revelam o cuidado com cada detalhe. Tudo ali conta uma história — da herança cultural do Magrebe à leitura contemporânea do luxo.

Já nos hospedamos no @lamamouniamarrakech e a experiência vai muito além de uma simples hospedagem. É como viver, de verdade, um hotel-palácio onde passado e presente convivem em perfeita harmonia — e onde cada detalhe, cada jardim e cada ambiente faz parte da experiência cultural da viagem!

#marrocos #marrakech #lamamounia
Já salva essa dica porque vale a pena! Se você Já salva essa dica porque vale a pena!

Se você quer uma viagem elegante, fácil de fazer e com experiências bem diferentes no mesmo roteiro, coloca o Uruguai no radar. 
As distâncias são curtas e dá para combinar cultura, gastronomia, natureza e praia sem perder tempo em deslocamentos.

Anota esse roteiro que funciona muito bem nas férias:

1) Montevidéu (2 a 3 dias)
Perfeita para quem gosta de cidade com identidade. Vale incluir o Estádio Centenário e o Museo del Fútbol, além de cafés, livrarias, feiras de rua e rooftops com vista para o centro histórico.

2) Punta del Este (2 a 4 dias)
Vai muito além do “glamour”. Tem restaurantes novos, arte e paisagens incríveis. Inclua o MACA, o Arboretum Lussich, o Jardim Japonês e, claro, o pôr do sol em Casapueblo.

3) Colonia del Sacramento (1 a 2 dias)
Para desacelerar. Ruas de pedra, clima romântico, bike pelo centro histórico e pôr do sol lindo às margens do Rio da Prata.

4) Cabo Polonio (1 a 2 dias)
O Uruguai mais roots e silencioso. Dunas, natureza quase intocada, lobos marinhos e uma sensação real de “desconectar do mundo”.

👉🏻E agora a melhor parte: tem benefício para brasileiro sim!
– IVA zero em hotelaria e gastronomia (pagando com cartão internacional)
– Devolução de IVA no aluguel de carros
– Tax-free em compras em lojas credenciadas

Fica a dica: Uruguai é aquele destino que entrega muito mais do que a gente imagina — e ainda com ótima relação custo-benefício no verão!

#uruguay #mintur #uruguaytotal
O governo dos Estados Unidos confirmou uma pausa t O governo dos Estados Unidos confirmou uma pausa temporária no processamento de alguns tipos de visto — e muita gente ficou em dúvida se isso afetaria viagens.

Vamos por partes.

Essa pausa vale somente para vistos de imigração, ou seja, para quem está em processo para morar permanentemente nos EUA. Não tem relação com turismo.

Quem entra nesse grupo?
Pessoas que estão solicitando:
• Green Card por família
• Green Card por trabalho permanente
• Loteria de vistos

Quem está nesse tipo de processo pode enfrentar atrasos, enquanto o governo americano revisa alguns critérios.

Agora, a boa notícia ✈️
Turistas podem ficar tranquilos.

Vistos de turismo, negócios e estudo não entram nessa pausa.
E quem já tem visto válido continua podendo viajar normalmente, pelo menos por enquanto.

A confusão aconteceu porque a informação começou a circular de forma genérica, sem explicar a diferença entre imigração e viagens temporárias.

Aqui a gente explica sem susto e sem exagero.
Se surgir qualquer novidade oficial, a gente avisa!
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