Os Estados Unidos vão aumentar as restrições no relacionamento com Cuba afetando diretamente o turismo. A política do governo Trump é exatamente conter o que vinha sendo trabalhado desde a era Obama, onde viajar para a ilha caribenha se tornou um dos marcos de relacionamento, especialmente pela retomada de relações diplomáticas quebrando um hiato de mais de 50 anos.
Agora vem novamente o indômito Trump a anunciar outras restrições como um ato de direitos humanos, anunciando que o turismo para Cuba ainda segue banido e que a aplicação das medidadas facilitadas ainda não estará inteiramente em vigor, mesmo que a maioria dos americanos – e 44% dos eleitores de Trump – sejam favoráveis à viagens sem restrições.
Os que estão a favor de uma Cuba aberta e da indústria de viagens podem ter um pouco de consolo pelo fato de algumas políticas específicas da era de Obama permanecerão em vigor, como os vôos diretos e comerciais entre os dois países.
Os operadores turísticos norte-americanos estão bem mais preocupados ainda. As novas determinações significarão mais restrições para viagens individuais. E uma decisão de proibir novamente as viagens teria o impacto de 12 mil empregos e US$ 6 bilhões para as empresas americanas. O dia é de expectativa.




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