.. Um segundo a mais;;;.Teve que ser com este acréscimo, do segundo a mais, para a saudação ao novo ano de 2017.
É para o acerto do Tempo Universal Coordenado que o ultimo minuto de 2016 teve um segundo a mais. Desde 1972 que se acrescentaram vários segundos à escala do Tempo Universal Coordenado.
Este segundo suplementar permite relacionar o ajuste, como explica o Observatório de Paris que coordena o serviço internacional da rotação terrestre e sistemas de referencia.
O objetivo é compensar a defasagem entre a escala do Tempo Atómico Internacional (TAI) – que é muito rigorosa e atualmente definida por uma rede mundial de relógios atómicos que calculam todos os fusos horários.
Desde 1972, a hora oficial da Terra passou a ser medida em segundos “atómicos” e o segundo definido com base na frequência da radiação eletromagnética emitida pelo átomo de césio.
Mas, enquanto os relógios atómicos são muito estáveis, a velocidade de rotação da Terra não é. A gravidade da Lua e do Sol influenciam bem como as marés ou os sismos, tornando-a ligeiramente irregular. A rotação da Terra tornou-se mais lenta, por século, em cerca de 1,7 milissegundos).
Desde o ano de 1972 foram acrescentados 26 segundos, o que acontece ou no final de Junho ou de Dezembro, como agora A última vez foi a 30 de Junho de 2015.
Têm sido sempre acrescentados segundos – mas também poderiam ter sido subtraídos –, porque a tendência da rotação do nosso planeta tem sido para abrandar, e não para acelerar. Um segundo ou 25 segundos não têm grande relevância para atividades quotidianas como chegar a horas ao trabalho ou a uma reunião. Mas o mundo das transações financeiras é um bom exemplo de como menos de um segundo vale muitos milhões de dólares, euros e reais, durante o qual ocorrem milhões e milhões de transações.





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