A lista é extensa, 57 empresas e projetos. O pacote, como se esperava, inclui o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e também tem um lote da participação da Infraero (49%), em quatro outros dos maiores aeroportos do Pais, Guarulhos, Galeão, Confins e Brasilia.
Congonhas (foto Infraero) é visto como a jóia da coroa de todo este processo. Com ele o governo espera receber R$ 5,6 bilhões em pagamento à vista. A intenção é que o processo possa se concluir como bloco isolado que é, no segundo semestre do ano que vem.
O bloco do Nordeste terá os aeroportos de Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE) e Campina Grande (PB). O bloco do Mato Grosso incluirá os terminais de Várzea Grande (MT), Rondonópolis, Sinop (MT), Barra do Garças (MT) e Alta Floresta (MT). Um outro bloco reunirá os aeroportos de Vitória (ES) e de Macaé (RJ
De forma até surpreendente, a Casa da Moeda, que fabrica o dinheiro e os passaportes, entrou na relação daquilo que será disponibilizado para a iniciativa privada. A lista tem, ainda, as rodovias BR-153 GO-TO, entre Anápolis e Aliança, e mais uma BR-155 na região Norte. Entre os 15 terminais maritimos, destaque para a inclusão de Paranaguá.
“As concessões vão gerar investimentos nos setores aeroportos e portos, de óleo e gás, energia, rodovias, aeroportos e portos –gerando emprego e renda no Brasil”, disse o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, que estima a arrecadação de R$ 44 bilhões ao longo do processo.





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