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O RIO DE JANEIRO É HOJE O RETRATO DO BRASIL

admin por admin
12 de setembro de 2017
in Sem categoria
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A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) publicou um estudo mostrando que os altos índices de violência no Rio de Janeiro foram responsáveis por uma queda de R$ 320 milhões nas receitas do turismo do estado. Para se ter uma ideia, R$ 320 milhões equivale a quase 50% do faturamento do setor, entre os meses de janeiro a abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016.

A análise se baseou em pontos como: o impacto da criminalidade, o desemprego que afeta o consumo, a perda de receita que faz o mercado de trabalho retrair e o aumento das viagens para o exterior. De acordo com o Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, de abril de 2016 a abril de 2017, houve um aumento de 6,4% em ocorrências criminais registradas no estado. Isso, em média. Já ações como roubos em transporte coletivos ou roubos de aparelhos celulares cresceram mais de 70%.

Para Alexandre Sampaio, presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC, “a violência afeta o turismo, porque dilapida a imagem do Rio de Janeiro”. E completa: “O próprio brasileiro não quer mais visitar o Rio”. A crise pela qual passa o estado atingiu, consequentemente, o mercado de trabalho local, limitando a capacidade de consumo de serviços turísticos. A queda de ocupação nos hotéis se mostrou compatível com as perdas de receita nos últimos meses, segundo o estudo da CNC.

Por fim, a queda de aproximadamente 10% na taxa de câmbio voltou a estimular os brasileiros a viajarem para o exterior. De acordo com o Banco Central, nos cinco primeiros meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2016, houve uma retração de 2,6% nos gastos com o turismo doméstico e um crescimento de 41,4% nas despesas com viagens para fora do Brasil.

O turista é, antes de tudo, um consumidor antenado, que está em busca não apenas do custo-benefício, como também de um lugar seguro e com serviços de qualidade para usufruir durante as férias. O problema não é o brasileiro optar em viajar para o exterior. O problema é o Brasil não oferecer condições para seus próprios habitantes usufruírem de segurança, bons preços e serviços de qualidade em seu próprio país. Ironicamente, o Rio de Janeiro, que já foi o principal portão de entrada do turismo nacional, é o retrato da crise que assola esta terra.

COPA Airlines Los Cabos Desk
Diversa Divweek desk
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revistatravel3

@RevistaTravel3
Desde 2007, conectando você aos melhores destinos
Lazer, negócios + aventura
Por Caroline & Claudia Tonaco
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Para 2026, eu não faço uma lista de destinos. E Para 2026, eu não faço uma lista de destinos.

Eu escolho sensações:
mais leveza,
mais curiosidade,
mais tempo,
mais prazer em viajar.

O último dia do ano pede pausa, não pressa.
Pede fechar ciclos, e seguir em frente com mais calma.

Que 2026 venha leve.
E que a gente viaje ainda melhor.

✨ Feliz Ano Novo!
2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra 2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra mim, o pôr do sol mais bonito do ano foi aquele visto da varanda da minha suíte no UNICO 20°105°, na Riviera Nayarit.

Prova de que alguns momentos não ficam só no dia, mas marcam o ano.
Inesquecível!
❤️
📷- @carolinetonaco /@revistatravel3 
#sunset #retrospectiva #rivieranayarit #unico20105
Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, fica o que realmente importa: as experiências que levamos com a gente.

Feliz Natal ✨
E que 2026 seja o ano de viajar como nunca!
📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas ca 📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas calma: na prática, quase nada muda

Entrou em vigor na segunda-feira a Portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo, que atualiza as regras da diária em hotéis, pousadas e resorts no Brasil.

O objetivo principal da nova regra não é mudar horários, mas deixar tudo mais claro para o hóspede.

👉🏻O que a portaria define
A diária passa a ser oficialmente considerada um período de 24 horas.
Mas dentro desse período, o hotel pode usar até 3 horas para limpeza e arrumação do quarto, sem cobrança extra.

❔Isso quer dizer que vou ficar 24 horas no quarto?
Não.
O hotel continua definindo seus horários de check-in e check-out, como sempre aconteceu.

❔Então quanto tempo fico, na prática?
Na maioria dos casos, o tempo real de uso do quarto gira em torno de 21 horas — exatamente como já acontece hoje na maior parte dos hotéis.

👉🏻O que muda de verdade para o hóspede:
✔ Os horários de entrada e saída precisam ser informados com clareza antes da reserva
✔ As regras da diária ficam padronizadas em todo o país
✔ Diminui a chance de interpretações erradas ou conflitos na recepção

📌 Ou seja:
A portaria protege o consumidor, reforça a transparência e organiza o setor.
Mas não criou a “diária de 24 horas no quarto” nem alterou o funcionamento prático dos hotéis.

Seus direitos ficam mais claros, mas a rotina da hospedagem segue praticamente a mesma!
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