O presidente Donald Trump olha para a Suprema Corte dos Estados Unidos para tentar aprovar o seu polêmico poder executivo que proíbe temporariamente viajantes de seis nações muçulmanas e isto ocorre depois de ter sofrido uma série de derrotas em tribunais de menor instância.
Na noite de ontem (1) a advogacia geral do governo entrou com o pedido na principal corte, solicitando o pronunciamento dos nove juízes que deverão decidir sobre aquestão, mas também querendo que a proibição deve ser autorizada antes que o tribunal tome sua decisão final. O informe foi dado pela porta-voz do Departamento de Justiça, Sarah Isgur Flores.
“O presidente não é obrigado a admitir pessoas de países que patrocinam ou protegem o terrorismo e representam um risco de segurança para os Estados Unidos”.
A tentativa do governo continua recebendo criticas como a da União Americana de Liberdades Civis (ACLU) e o 4º.Tribunal de Apelações confirmou o bloqueio à proibição. Enquanto isso, nos meios da indústria turística, a preocupação aumenta a cada dia, também por outras medidas.
As dificuldades maiores em requisitos para cidadãos latino-americanos conseguirem vistos de ingresso nos Estados Unidos – exceção entre os países é o Chile – provocam mais um capitulo de mais dificuldades na política migratória americano.
A confirmação prévia de identidade nas informações digitais é mais um ítem em questão. O histórico em redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter), o das viagens realizadas anteriormente, os endereços residenciais anteriores ao atual, os empregos dos ultimos 15 anos, os números telefônicos, de e-mails e contatos, tudo isto deverá ser encaminhado em anexo às solicitações.
Cidadãos de 38 países são os que estão isentos desta determinação: os da União Européia (28), Japão, Coréia do Sul, Nova Zelândia, Austrália e Chile.
Mesmo nos requisitos voluntários, não informar poderá ser motivo para a não liberação de vistos. ‘Toda decisão sobre visto passou a ser uma decisão de segurança nacional’, passaram a dizer as autoridades do setor a partir da ordem dada por Rex Tillerson, secretário de estado.
Com os novos registros, o governo Trump quer aumentar a segurança e a proteção das fronteiras, itens exaustivamente prometidos em sua campanha eleitoral.
Não há dúvida, os câmbios migratórios já estão causando rombos no numero de visitantes para os Estados Unidos. Em março houve a diminuição de 16% e a ameaça para este ano é de uma queda muito significativa.
Além das medidas adotadas, a agressiva retórica do presidente Trump tem sido apontada como um fator deste aumento de rejeição no setor turístico. Um dos destinos que mais está sentindo é Nova York.





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