A Islândia já é um dos destinos turísticos mais caros do mundo, pelos voos pouco frequentes e pelo elevado custo de vida, mas os preços ainda não são suficientemente altos para controlar o volume de turistas.
Com uma população minúscula – pouco mais de 340 mil pessoas – a ilha localizada bem ao norte da Europa registra cada vez maiores dificuldades para lidar com os mais de 2,3 milhões de turistas que chegam todos os anos. E existe ainda uma preocupação crescente com o efeito do volume de visitantes na preservação das maravilhas naturais do país.
Nos últimos seis anos, o interesse na Islândia disparou devido à gravação de várias cenas da série 'Guerra dos Tronos' no país e devido a uma queda do valor da coroa islandesa, isto tornou os preços mais para estrangeiros.
“Temos de ter cuidado para não sermos vítimas do nosso próprio sucesso”, afirmou a ministra Thordis Kolbrun Reykfjord Gylfadottir, em declarações citadas pelo Bloomberg, antes de pedir aos colegas do governo para serem “corajosos” e apostarem em um imposto que permita controlar o fluxo de visitantes.
“Algumas zonas são simplesmente incapazes de receber um milhão de visitantes por ano. Se deixarmos as pessoas visitarem esses sítios, estamos perdendo a médio e longo prazo pois são especiais –pérolas da natureza que são uma parte crucial da nossa imagem e o que estamos a vender.”
Entre os possíveis aumentos em estudo existem algumas opções: : aumentar o atual imposto cobrado para hospedagem nos hotéis: forçar as companhias de transporte turístico a pagar uma licença especial de matrícula ou até ressuscitar a ideia do governo anterior de vender um 'passe de natureza' obrigatório a cada turista, por cerca de 13 euros.
Sem arranha-céus, a tranquila Reikjavic é a capital islandesa




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