Neste ano são 43 balões competitivos e quatro de formato especial que abrilhantam o maior e mais colorido festival de balonismo da América Latina. É provável que o publico ultrapasse 200 mil, a média das ultimas edições. Para 2018 a prefeitura local, promotora do evento através da Secretaria de Turismo, promete ter mais de uma centena de competidores no Parque do Balonismo.
Além dos balões em seus voos multicoloridos, principal atração do Festival, outras atividades atendem ao interesse do público e os shows musicais fazem parte. como ocorre em todas as edições do Balonismo. O de Zé Ramalho (domingo, 22h) que está de volta à Torres é um dos mais cotados pois o cantor e compositor que transcende gerações foi o maior sucesso do Festival de 2014.
Apresentação da Esquadrilha da Fumaça, os 20 food trucks que estaão no parque, as apresentações artísticas na Tenda Cultural o Espaço Rural que mostra a produção local, Espaço Comercial e o Night Glow, espetáculo dos balões iluminados, tudo faz parte do roteiro esportivo e de entretenimento.
Os ‘balões de forma’, que fazem o maior sucesso entre as crianças mas não concorrem nas competições, estão entre as principais atrações, entre eles o balão da Galinha Pintadinha, a Cegonha e o Cristo Redentor.
a Air Show, responsável pela organização técnica do evento.
Toda a cidade vive intensamente o clima do Festival. A Prefeitura promove o concurso “Melhor Vitrine do Balonismo” e a capital brasileira do balão, tem outro grande destaque no Concurso de Gastronomia do Prato Típico de Torres
O evento, que é o maior da América Latina, é uma realização da Prefeitura de Torres, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, co-realização do Sistema Fecomércio-Sesc/RS, junto com a Air Show, responsável pela organização técnica, e apoio da AHRBS- Associação dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Torres.
Em todos estes dias, desde as primeiras horas de sol na manhã, Balões de vários formatos e cores sobrevoam o céu de Torres, nesta edição do Festival de Balonismo, que acaba nesta segunda. Ambição natural do homem, voar é uma sensação incomparável que só o balonismo proporciona.
A sensação de voar, expressa desde a Antiguidade com o sonho de ícaro, é uma emoção presente em estilo e forma neste evento de Torres.
Diferentemente da asa delta, o balão não plana, sustenta-se no ar, ganha altura, sobe e desce quando necessário e é dirigível. Um prazer pode ser compartilhado com outras pessoas, pois a evolução das técnicas de voo e o avanço dos equipamentos fizeram com que o balão se transformasse em uma saborosa e segura aventura.
Desde a sexta (28), tem sido assim, duas provas por dias, nas tres categorias.. O principal torneio –a Prova da Chave- dará um carro Onix 0 km para o ganhador. Também conhecida como a do mastro, é uma das mais disputadas. É também a de maior torcida e emoção, pois está em jogo a chave de um carro 0 km, fixada no alto de um mastro de 6 a 10 metros de altura do chão. Todos os concorrentes decolam de uma distância mínima de 3 quilômetros do com o objetivo de apanhar a chaveé, sem tocar no solo,
Na prova do caça à raposa, um balão decola em voo livre e, passado cerca de dez minutos, o juiz autoriza a decolagem dos demais, que devem persegui-lo. Ganha a prova o balonista perseguidor que pousar mais perto dele ou lançar sua marca mais próxima. No Fly Inos balões decolam fora da área do festival tentando jogar suas marcas o mais próximo possível de um alvo delimitado dentro da área.





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