A Emirates Airlines anunciou hoje em relatório que teve um lucro de US$ 2,2 bilhões no ano fiscal completado em 31 de março, com aumento de 50% em relação ao ano passado.
A receita do grupo alcançou US$ 25,3 bilhões, e embora com decréscimo de 3%, o alcance de novas marcas de lucros operacionais, mostra que o grupo seguiu sua expansão global, além de fortalecer os negócios. O saldo em caixa subiu para US$ 6,4 bilhões.
Houve um aumento de 8% dos passageiros, e o recorde de 51,9 milhões proporcionando a taxa de ocupação média de 76,5%.
Sua Alteza Sheik Ahmed bin Saeed Al Maktoum, presidente e diretor executivo da Emirates Airline comentou sobre a continuidade de crescimento do grupo durante o ano.”Em um cenário cambial desfavorável que modificou nossas receitas e lucros, e o ambiente econômico global incerto marcado por uma queda no consumo e no investimento e por uma instabilidade sócio-política em várias regiões do mundo, a performance do Grupo Emirates é testemunha do sucesso de nosso modelo de negócios e estratégias.”
Este foi o 28º. Ano consecutivo de lucratividade da Emirates Airlines, a empresa aérea de Dubai
Em 2015-16, os investimentos somaram US$ 4,7 bilhões em novas aeronaves e equipamentos, aquisição de companhias, facilidades, e últimas tecnologias. “Estas iniciativas constroem bases fortes para nós, alargam a nossa vantagem competitiva e aceleram o nosso progresso em relação aos objetivos de longo prazo”, adicionou o dirigente.
A Emirates recebeu 29 novas aeronaves, (o maior número durante um ano fiscal), com 16 A380s, 12 Boeing 777-300ERs e um Boeing 777F, registrando o total de 251 aeronaves no final de março. Com 75 aeronaves A380 em sua frota, serve um em cada quatro destinos da malha aérea.
Com o aumento da frota que tem 70% de disponibilidade no wi-fi, a Emirates lançou oito novos destinos nos voos para: Bali, Bolonha, Cebu, Clark, Istambul (Sabiha Gökçen), Mashhad, Multam e Orlando; e dois novos destinos cargueiros: Columbus e Ciudad del Este. Também foram adicionados novos serviços e capacidades para 34 cidades de rotas já existentes pela África, Ásia, Europa, Oriente Médio e América do Norte, mais opções de escolha e conectividade aos clientes.
Para 2016-17, a Emirates anuncia novas rotas para Yinchuan e Zhengzhou, na China, Yangon, em Myanmar, e Hanoi, no Vietnam, além de upgrades na capacidade para destinos já existentes.
A Emirates investiu mais de US$ 352 milhões em lounges e abriu novas instalações nos aeroportos de Tokyo Narita e Cape Town, elevando o número no mundo todo para 39.
Os custos operacionais totais diminuíram 8% em relação ao exercício de 2014-15. O combustível representa agora 26% dos custos, 9% a menos em relação ao ano anterior, mas continuou a ser o maior componente de custo para a companhia aérea
A base de colaboradores do grupo nas mais de 80 companhias subsidiárias aumentou 13%, mais de 95 mil pessoas representando mais de 160 diferentes nacionalidades.
A receita gerada a partir das seis regiões de voos da Emirates continua a ser bem equilibrada, e nenhuma deixou de ter evolução de receitas. A Europa representa a maior, com US$ 6,5 bilhões, embora 5% menos em relação a 2014-15. O Leste da Ásia e Australásia seguem próximas com US$ 6,1 bilhões, queda de 9%.
Nas Américas a Emirates bateu recorde e aumento de 9%, US$ 3,3 bilhões.Na receita da África, do Golfo e do Oriente Médio queda de 3%, registrando US$ 2,5 bilhões e US$ 2,3 bilhões) respectivamente; e a receita nas regiões Oeste da Ásia e Oceano Índico tiveram US$ 2,1 bilhões.
Com os numeros anunciados, a Emirates Airlines supera os tres principais grupos aéreos europeus tres – Lufthansa, IAG e Air France-KLM –, e permanece atrás apenas das grandes aéreas estadounidenses – American, Delta e United –
O Relatório Anual 2015-16 do Grupo Emirates – incluindo Emirates, dnata e suas subsidiárias – está disponível em www.theemiratesgroup.com/annualreport.







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