O mundo inteiro está atento e em suspense com o resultado que as eleições presidenciais dos Estados Unidos terão nesta próxima terça (8), quando os eleitores decidirão entre Hillary e Trump, em uma disputa que continua cheia de sobressaltos – ultima pesquisa com vantagem mínima de 1,8% para a candidata do Partido Democrata.
Quem quer que seja a/o próxima/o ocupante da Casa Branca, o comportamento para o turismo é uma incógnita muito grande e dificilmente terá tantos efeitos como Barack Obama conseguiu nestes oito anos.
Além de reanimar a economia do pais, trouxe vigor ao movimento turístico de viagens dos americanos – a hotelaria do Caribe aplaudiu – abre as perspectivas de um reencantamento com o destino Cuba, foi influente na queda dos preços do petróleo, o que viabilizou mais viagens aéreas e o seu barateamento em boa parte do planeta, apenas para citar alguns das várias ações que foram determinante para que as empresas turísticas tivessem superado os sintomas da crise mundial de 2008.
O reconhecimento da importância do turismo com o chamamento feito para que o mundo visitasse os EUA (através do Brand USA), foi o detalhe mais importante deste conjunto onde o aumento do poder para o consumidor norteamericano foi determinante para o impulso das viagens de negócios e lazer.
O caso de Cuba é sintomático: Obama colocou a ilha na moda com toda a ação de reatar relações diplomáticas depois de mais de meio-século. O presidente deu mostras da importância que dá ao turismo ao levar em sua comitiva oficial representantes da Booking.com e Airbnb, emprendedores de novas tendências e tecnologias no turismo.
Obama vai deixar saudades, e no turismo muito mais. Durante seu duplo mandato, a economia estadounidense conheceu anos de crescimento que se traduziram na revalorização do dólar. Ao revitalizar a economia da indústria turística, deu uma imensa, enorme contribuição para que o mundo do Turismo sublinhasse este crescimento continuo, mostrado pela OMT – Organização Mundial do Turismo – em uma média que se mantém estável e progressiva.
Um exemplo próximo bem indica como o turismo tem se comportado nos EUA nesta era Obama. As empresas aéreas estão se preparando para um enorme fluxo de passageiros – 2,5% a mais, segnificando 27,3 milhões nos 12 dias do período de comemorações de Ação de Graças, a partir do dia 18 deste mes.
Funcionários de companhias aéreas acreditam que os mais movimentados dias de viagem serão na quarta-feira antes e domingo e segunda-feira após o feriado de Ação de Graças, esperando esperam cerca de 55 mil passageiros a mais por dia. Incluindo as nove principais empresas da aviação norte-americana neste período, um lucro estimado de US$ 18,3 bilhões.
Com tantos motivos reconhecidos no governo Obama, a questão que permanece é o como será:- com Hillary ? com Trump ?
O turismo vai acompanhar com imensa expectativa as eleições desta terça







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