Sim, você leu uma manchete correta. É a reprodução de declarações de um executivo polêmico, capaz de afirmativas até bizarras.
Michael O'Leary disse “ter esta visão de gratuidade entre os próximos 5 a 10 anos, de que as tarifas aéreas sobre Ryanair serão gratuitas, em uma economia compartilhada, como o Uber e a Airbnb”.
Esta afirmativa vem do mesmo personagem cuja companhia é a sexta no mundo em receita adquirida através de taxas acessórias e que já ameaçou cobrar pelo uso de papel higiênico. “Eu tenho essa visão que nos próximos 5 a 10 anos, as tarifas aéreas terão esta liberdade”, afirmou na conferência de operadores aeroportuários em Londres, de acordo com o The Telegraph.
Como isso seria possível? O antigo conceito de oferta e demanda seria uma receita compartilhada. O'Leary acredita, e talvez justamente por isso, que os restaurantes de aeroportos, lounges, bares, cafés, livrarias, bancas de jornal, lojas de varejo e muito mais só ganham dinheiro, por uma razão – os clientes que estão vindo para o aeroporto para viajar e / ou aqueles que estão como acompanhantes, amigos e familiares.
Então, O'Leary prevê um cenário no qual a Ryanair recebe uma parte da receita gerada por estas lojas em-aeroporto e restaurantes – e as passagens aéreas seriam liberadas.
Tal como acontece com todas as ideias, esta teria que ser alinhada, como o sol, a lua e as estrelas. Ele acredita que aeroportos menores ansiosos para atrair mais passageiros poderão incorporar esta idéia: “Eu acho que isso vai acontecer”, disse. “Ele só não vai acontecer em Heathrow ou nos grandes aeroportos centrais.”






![Validate my RSS feed [Valid RSS]](https://travel3.b-cdn.net/site/wp-content/uploads/2020/03/valid-rss-rogers.png)