Nesta ultimo final de semana o grupo Barceló realizou na Republica Dominicana a sua XVI convenção de diretores da Europa, Oriente Medio e África, com cerca de 120 participantes e a presidência de Simón Pedro Barceló.
O ano fiscal que passou foi bom, com evolução vantajosa em todas as divisões do grupo e os números comprovam: 125,4 milhões de euros no lucro, com 25% a mais no faturamento comparado com o anterior. Agora, nas previsões para 2018 o grupo Barceló já estende a possibilidade de alcançar 150 milhões de euros.
No total, os negócios do Barceló foram de 2.854,9 bihões de euros em 2016, com um crescimento de 15,1%. Do total, mais da metade – 1.537 bi – tem procedência da Barceló Viajes, com suas 622 unidades e os 1.387,9 restantes da Barceló Hoteles.
No relatório anual, o grupo afirma que ‘os ventos sopraram a favor’ na maioria dos destinos onde opera e destaca o acerto dos investimentos, como no aumento da empresa na América Latina – como a aquisição dos hotéis Occidental e novas incorporações em El Salvador, Panamá e Querétaro (Mexico) – e as reformas realizadas na hotelaria da rede, tanto na Europa como nas Amérias, com mais de 140 milhões de euros aplicados.
A América Latina continua sendo o motor principal para os resultados positivos do grupo que em sua divisão de hotéis conta com 229 estabelecimentos em 21 paises e um total de 50.486 mil leitos. 17% deles são de propriedade direta do grupo, os demais sob gestão. 69% são urbanos e 31% de lazer (resorts). No ano passado foram incorporados 13 novos hotéis.
Desde o ano passado o grupo tem uma nova estratégia de marcas – quatro diferenciadas – Royal Hideaway, Barceló, Occidental e Allegro – para diferentes necessidades e preferências de seus hóspedes.





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