Nossos dois vizinhos países sul-americanos, representados pelos presidentes Mauricio Macri e Tabaré Vasques, confirmam a intenção em promover de modo conjunto o campeonato da Fifa que vai comemorar o centenário da Copa. Para tal, já estabelecem uma nova posição de avanço na idéia e trabalho depois que aumentaram os rumores de que a China poderia ter interesse e entrar na disputa. Uruguai e Argentina promoveram durante a ultima Fitur, em Madrid, o primeiro lançamento dentro do meio turistico e vão repetir com insistência na próxima FIT, em Buenos Aires,
Os chineses podem ser um possível impasse ? O pais mais populoso do mundo, com economia que segue em alta e importância em vários segmentos da vida moderna, como vem ocorrendo no turismo,também esteve em alta na movimentação do futebol internacional com seguidas contratações de grande impacto e valor, de técnicos e jogadores, e monopolizou as indicações como um novo eldorado para o mais popular esporte mundial. Segue popularizando o futebol, passou a ter destaque e a Fifa é um centro de jogo político e muitos interesses.
A Copa do Mundo de 2014 reuniu 1 milhão de turistas estrangeiros para o Brasil e inspirou até 3 milhões de brasileiros a viajar por todo o país. Mas também ficou evidente que o pais não tirou todos os proveitos possíveis de ter realizado um evento cujo legado ainda segue muito contestado, principalmente pelos gastos e estádios.
A Argentina sediou uma única vez a Copa, em 1978. O Uruguai foi a sede do primeiro torneio com a denominação de Mundial. Recentemente, os ministros Gustavo Santos, do Turismo argentino, e a titular do turismo do Uruguai, Lilian Kechichian, voltaram a se reunir para estudos de definições da oferta conjunta e com atenções especiais para a questão da infraestrutura.
Além dos estádios, os países vão procurar convencer o organismo internacional sobre as capacidades das estradas, os aeroportos e os hotéis como capazes de atender ao fluxo de visitantes, torcedores e turistas.
“A maioria dos americanos e europeus que buscam nosso país, vem de Buenos Aires para Colonia e Montevidéu. Há muito que podemos fazer juntos não só com a Argentina, mas também com outros países da região. A tendência no mundo confirma que a Multi-destino é o comportamento habitual do turista do século XXI “, afirma a ministra Kechichian, confiante na possibilidade de retorno da Copa para a América do Sul.
Só que uma outra questão também surge,. Como ficará a indicação do Mundial de 2026 ?.
Antes de 2030, a sequência das Copas tem a Russia para o ano que vem, em 2022 será o Qatar – primeiro mundial no Oriente Médio – e na seguinte, em 2026, os Estados Unidos são o principal candidato até agora, talvez em uma ação conjunta com Canadá e México.
A escolha será em maio de 2020. Os países candidatos devem apresentar suas propostas até dezembro de 2018. Até lá, muito dependerá da politica de Trump cujos efeitos na indústria de viagens continuam sendo um grande empecilho para eventos com tais características.
Para que se tenha uma comparação, em 1994, só a final do torneio trouxe um lucro de US$ 620 milhões para Los Angeles, superando o impacto econômico do Super Bowl. (dados do WorldFinance.com )
O setor turístico vem manifestando esta preocupação, a de desperdiçar uma potencial oportunidade de ouro para a indústria de viagens dos Estados Unidos. Uma das questões em pauta é a proibição a cidadãos dos países muçulmanos. Embora não seja possível indicar se uma proibição de viagem estará em vigor na época, as apostas são aparentemente elevadas para a indústria de viagens e turismo dos EUA.





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