O corte de 38% dos subsídios proporcionados pelo governo à companhia estatal poderão atrapalhar ainda mais a situação financeira de quem já vive uma situação critica, como endossa a a presidenta da Aerolineas Argentinas, Isela Constantini , embora considere que a empresa poderá chegar ao déficit zero em três ou quatro anos.
Praticamente a metade do resultado financeiro comprometedor deste ano – quase 500 milhões de pesos – veio de aviões e motores não pagos , em dividas que não tinham sido apontadas desde a administração anterior, como explicou a executiva, relatando o plano de ação para o atual exercício.
‘Cortar os gastos e baixar o déficit é fundamental’ afirmou Constantini, indicando a orientação do governo para que os subsídios não superem os US$ 260 milhões neste ano enquanto procura determinar o total da dívida da empresa.





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