Mais uma expectativa de mercado está lançada. A Nova Zelândia, o principal destino de turismo aventura do mundo pode ficar mais próximo do mercado brasileiro, aumentando possibilidades turísticas, de intercâmbio, e negócios. Um possível voo direto da companhia neozelandesa seria com o 777 da Boeing, ou com o A350, as novas aeronaves que estão em fabricação.
Com as novas e modernas aeronaves, a companhia poderia alcançar de modo direto tanto a costa Leste dos EUA (a intenção seria Nova York), e o território brasileiro, já que alcança a Argentina com os voos iniciados no final do ano de 2015.
Os planos anunciados pelo CEO da Air New Zealand, Christopher Luxon é mais um passo da companhia rumo à uma natural extensão do continente aos seus destinos. Os novos Airbus A350 ou Boeing 777X que vão substituir no mínimo oito dos atuais 777-200, permitirão à Air New Zealand iniciar voos diretos em rotas que a rival Qantas não serve atualmente.
Isto já poderia acontecer com a extensão para São Paulo da rota atual entre Auckland e a capital argentina, onde 40% dos passageiros são australianos. Conta entre as opções devoo com os Boeing 777-200ER, 777-300ER e o 787-9 Dreamliner.
Boa parte dos passageiros da Air New Zealand rumo à América do Sul também vem para o Brasil e ai entra o aspecto conexão, facilitada pelo grande numero de voos existentes para São Paulo e outras capitais a partir de Buenos Aires.
Mais uma expectativa de mercado está lançada. A Nova Zelândia, o principal destino de turismo aventura do mundo pode ficar mais próximo do mercado brasileiro, aumentando possibilidades turísticas, de intercâmbio, e negócios. Um possível voo direto da companhia neozelandesa seria com o 777 da Boeing, ou com o A350, as novas aeronaves que estão em fabricação.
Com as novas e modernas aeronaves, a companhia poderia alcançar de modo direto tanto a costa Leste dos EUA (a intenção seria Nova York), e o território brasileiro, já que alcança a Argentina com os voos iniciados no final do ano de 2015.
Os planos anunciados pelo CEO da Air New Zealand, Christopher Luxon é mais um passo da companhia rumo à uma natural extensão do continente aos seus destinos. Os novos Airbus A350 ou Boeing 777X que vão substituir no mínimo oito dos atuais 777-200, permitirão à Air New Zealand iniciar voos diretos em rotas que a rival Qantas não serve atualmente.
Isto já poderia acontecer com a extensão para São Paulo da rota atual entre Auckland e a capital argentina, onde 40% dos passageiros são australianos. Conta entre as opções devoo com os Boeing 777-200ER, 777-300ER e o 787-9 Dreamliner.
Boa parte dos passageiros da Air New Zealand rumo à América do Sul também vem para o Brasil e ai entra o aspecto conexão, facilitada pelo grande numero de voos existentes para São Paulo e outras capitais a partir de Buenos Aires.
Além do voo para a Argentina, a Air New Zealand tem operações de e para Austrália, Ásia, Reino Unido e América do Norte. Um dos grandes destaques do seu serviço, os videos de segurança são premiados em grande escala
“Existem diversas opções tanto da Airbus quanto da Boeing que nos interessam”, afirmou o CEO em referência ao Airbus A350-900/1000 e ao Boeing 777-8/9. A aérea aguarda os pedidos de nformação antes de confirmar propostas em 2018”, completou .
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