O turismo ecológico vem aumentando em todo o mundo e chegou a alcançar uma quota de mercado de 25% em 2016, segundo um estudo apresentado pela GRIT (Turismo Ecológico e Sustentável, Perfil e Tendências), onde indica que 66% dos turistas estão dispostos a pagar mais em suas viagens e roteiros por uma marca que esteja definida como ‘ecoturistica’.
Foi visível o aumento observado em 2016, com a projeção mundial indicando 18% a mais. Isto também permitiu estabelecer um perfil do ecoturista, traçando suas características em torno de três pilares: tem um alto nível de educação, são viajantes experientes e procedem de entornos socioeconômicos com bom poder aquisitivo.
Estes aspectos determinam também as preferências nas práticas de turismo aventura, montanhismo, camping, atividades de pesca, fotografia, observação da Natureza, de aves, baleias e projetos de conservação, inclusive em áreas remotas.
Quem são os mais sustentáveis ? Os ‘Millenials’ e jovens da ‘Geração Z’, são os que estão mais dispostos a pagar mais.
O visitante europeu investe 15,6 noites em destino ecológico, com gasto de 76,28 euros por dia. Os norteamericanos gastam mais, 104 euros diários, com a média de viagem em 9,8 noites.
O segmento do turismo sustentável representa 5% das emissões globais e o alto custo do meio ambiente nos principais países receptores determinou por parte da ONU a indicação de 2017 como Ano Internacional do Desenvolvimento para o Turismo Sustentável.
O Sistema Europeu de Indicadores Turisticos, lançado pela Comissão Européia, tem como objetivo colaborar na supervisão e medição dos rendimentos turísticos dos destinos. Dos 108 relacionados na relação mundial, 60 estão na Europa, Barcelona, Milão, Montenegro e Eslovenia, entre eles. O estudo destaca ainda que três países – Espanha, Bulgaria e Italia – estão à frente na implementação de modelos na gestão turística sustentável.






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