• Fale Conosco
quinta-feira, 1 janeiro, 2026
Travel3
  • DESTINOS
    • África
    • América Central e Caribe
    • América do Norte
    • América do Sul
    • Ásia
    • Brasil
    • Europa
    • Oceania
  • IR E VIR
    • Ar
    • Mar
    • Terra
  • HOSPEDAGEM
    • Internacional
    • Nacional
  • GASTRONOMIA
  • DICAS
  • ACONTECE NO TURISMO
    • Eventos e Feiras
    • Negócios
    • Operadoras
  • TRAVEL3
    • TvTravel3
    • Radio Travel3
    • Facebook Travel3
    • Instagram Travel3
  • GUIAS
    • Barcelona
    • San Miguel de Allende
No Result
View All Result
  • DESTINOS
    • África
    • América Central e Caribe
    • América do Norte
    • América do Sul
    • Ásia
    • Brasil
    • Europa
    • Oceania
  • IR E VIR
    • Ar
    • Mar
    • Terra
  • HOSPEDAGEM
    • Internacional
    • Nacional
  • GASTRONOMIA
  • DICAS
  • ACONTECE NO TURISMO
    • Eventos e Feiras
    • Negócios
    • Operadoras
  • TRAVEL3
    • TvTravel3
    • Radio Travel3
    • Facebook Travel3
    • Instagram Travel3
  • GUIAS
    • Barcelona
    • San Miguel de Allende
No Result
View All Result
Travel3
No Result
View All Result
Home Ir e Vir Ar

IATA pede que governos estimulem confiança dos passageiros

Redação Travel3 por Redação Travel3
28 de abril de 2020
in Ar, Destaque, Ir e Vir
0
Avião

(Foto: Divulgação)

Associação vê retomada lenta diante de incertezas socioeconômicas

A pandemia de Covid-19 vem perdendo força em todo o mundo, mas isso não quer dizer que o setor aéreo vá se recuperar de uma hora para a outra. A incerteza em relação à economia e à segurança, por exemplo, podem tornar lenta a retomada das viagens. Nesse cenário, a IATA pede que governos atuem em conjunto com as empresas para estimular a confiança dos cidadãos. Assim, a associação espera que seja mais rápida a retomada da aviação e da economia como um todo.

A confiança dos passageiros sofrerá um golpe duplo, mesmo após a contenção da pandemia. Preocupações econômicas pessoais no cenário da recessão iminente, além de preocupações com a segurança das viagens. Os governos e o setor devem agir de maneira rápida e coordenada, adotando medidas para aumentar a confiança.

Alexandre de Juniac – Diretor-Geral e CEO da IATA

Pedido de ajuda tem base em pesquisas recentes

As perpectivas traçadas pela IATA que indicam que a retomada dos voos não deve ser imediata têm como base os dados observados na China e na Austrália. Em ambos, os números de novas infecções por coronavírus alcançaram níveis baixíssimos. Porém, mesmo assim, o número de voos domésticos continua reduzido.

A China, por exemplo, com poucas novas infecções, observou a demanda doméstica por voos começar a se recuperar. Mas o país, responsável por cerca de 24% de todos os passageiros domésticos do mundo, viu essa recuperação estagnar. O número de voos, após crescer em fevereiro e na 1ª semana de março, se estabilizou em cerca de 40% dos observados antes da pandemia. Além disso, as baixas taxas de ocupação indicam que a demanda real pode ser ainda menor.

Já na Austrália, a demanda doméstica continuou caindo mesmo com o baixo número de novos infectados. Ainda sem sinal de recuperação do setor aéreo, o total de voos domésticos corresponde a 10% dos níveis pré-coronavírus.

RCD Ano Novo Desk

A IATA ressaltou a importância dos indicadores do mercado doméstico. A associação prevê que a recuperação pós-pandemia deve começar pelas viagens domésticas, seguidas pelas regionais e depois pelas intercontinentais; já que os governos eliminarão as restrições gradativamente.

Em algumas economias, a disseminação da Covid-19 diminuiu a ponto de fazer com que os governos comecem a pensar em suspender as restrições de distanciamento social. Mas parece improvável vermos uma recuperação imediata da queda catastrófica na demanda de passageiros.

As pessoas ainda pretendem viajar, mas querem clareza sobre a situação econômica. E, provavelmente, vão esperar pelo menos alguns meses depois da contenção da pandemia para só então voltarem a viajar. As medidas de estímulo à confiança serão fundamentais para reiniciar os voos e estimular as economias.

Alexandre de Juniac – Diretor-Geral e CEO da IATA

Preocupação com segurança e situação financeira

Em pesquisa realizada pela IATA, 60% dos ouvidos disseram pretender voltar a viajar em 1 a 2 meses após a contenção da pandemia. No entanto, 40% indicaram que podem esperar 6 meses ou mais. Além disso, 69% indicaram que podem adiar o retorno às viagens por questões financeiras.

Diversa Divweek desk

IATA pede que governos continuem ajudando

Além do estímulo à confiança, a IATA pede que governos continuem ajudando financeiramente o setor. As receitas de passageiros devem ter redução de US$ 314 bilhões em relação a 2019, com queda de 55%. Além disso, a baixa demanda continua afetando as reservas de caixa das companhias.

Nesse sentido, a IATA reconheceu os governos de Colombia + Hong Kong + Senegal + Seychelles, além dos 41 Estados membros do Eurocontrol, que recentemente promoveram medidas que favorecem o alívio financeiro ao setor aéreo.

O transporte de passageiros parou com as ações unilaterais dos governos adotadas para impedir a propagação do vírus. A retomada, no entanto, deve ser planejada com confiança e colaboração, e deve ser guiada pela melhor base científica que temos disponível. O fator tempo é essencial. Devemos começar a desenvolver uma estrutura para uma abordagem global que garanta às pessoas a confiança necessária para que elas viajem novamente. E, obviamente, isso precisará ser reforçado por medidas de estímulo econômico para combater o impacto de uma recessão.

Alexandre de Juniac – Diretor-Geral e CEO da IATA
Tags: companhias aéreasCoronavírusIATA
ShareTweetSharePin
Previous Post

Neste momento Coronavírus faça um Tour Virtual pela Nova Zelândia

Next Post

Itália se prepara para o fim do isolamento social

Next Post
Itália se prepara

Itália se prepara para o fim do isolamento social

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

revistatravel3

@RevistaTravel3
Desde 2007, conectando você aos melhores destinos
Lazer, negócios + aventura
Por Caroline & Claudia Tonaco
Link na bio

Para 2026, eu não faço uma lista de destinos. E Para 2026, eu não faço uma lista de destinos.

Eu escolho sensações:
mais leveza,
mais curiosidade,
mais tempo,
mais prazer em viajar.

O último dia do ano pede pausa, não pressa.
Pede fechar ciclos, e seguir em frente com mais calma.

Que 2026 venha leve.
E que a gente viaje ainda melhor.

✨ Feliz Ano Novo!
2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra 2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra mim, o pôr do sol mais bonito do ano foi aquele visto da varanda da minha suíte no UNICO 20°105°, na Riviera Nayarit.

Prova de que alguns momentos não ficam só no dia, mas marcam o ano.
Inesquecível!
❤️
📷- @carolinetonaco /@revistatravel3 
#sunset #retrospectiva #rivieranayarit #unico20105
Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, fica o que realmente importa: as experiências que levamos com a gente.

Feliz Natal ✨
E que 2026 seja o ano de viajar como nunca!
📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas ca 📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas calma: na prática, quase nada muda

Entrou em vigor na segunda-feira a Portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo, que atualiza as regras da diária em hotéis, pousadas e resorts no Brasil.

O objetivo principal da nova regra não é mudar horários, mas deixar tudo mais claro para o hóspede.

👉🏻O que a portaria define
A diária passa a ser oficialmente considerada um período de 24 horas.
Mas dentro desse período, o hotel pode usar até 3 horas para limpeza e arrumação do quarto, sem cobrança extra.

❔Isso quer dizer que vou ficar 24 horas no quarto?
Não.
O hotel continua definindo seus horários de check-in e check-out, como sempre aconteceu.

❔Então quanto tempo fico, na prática?
Na maioria dos casos, o tempo real de uso do quarto gira em torno de 21 horas — exatamente como já acontece hoje na maior parte dos hotéis.

👉🏻O que muda de verdade para o hóspede:
✔ Os horários de entrada e saída precisam ser informados com clareza antes da reserva
✔ As regras da diária ficam padronizadas em todo o país
✔ Diminui a chance de interpretações erradas ou conflitos na recepção

📌 Ou seja:
A portaria protege o consumidor, reforça a transparência e organiza o setor.
Mas não criou a “diária de 24 horas no quarto” nem alterou o funcionamento prático dos hotéis.

Seus direitos ficam mais claros, mas a rotina da hospedagem segue praticamente a mesma!
Siga no Instagram
[Valid RSS]
  • Fale Conosco

© 2022 Travel3

No Result
View All Result
  • DESTINOS
    • África
    • América Central e Caribe
    • América do Norte
    • América do Sul
    • Ásia
    • Brasil
    • Europa
    • Oceania
  • IR E VIR
    • Ar
    • Mar
    • Terra
  • HOSPEDAGEM
    • Internacional
    • Nacional
  • GASTRONOMIA
  • DICAS
  • ACONTECE NO TURISMO
    • Eventos e Feiras
    • Negócios
    • Operadoras
  • TRAVEL3
    • TvTravel3
    • Radio Travel3
    • Facebook Travel3
    • Instagram Travel3
  • GUIAS
    • Barcelona
    • San Miguel de Allende

© 2022 Travel3

Este website utiliza cookies. Para continuar navegando você precisa concordar com nossas políticas de privacidade.