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Home Ir e Vir Ar

Para as companhias aéreas, 2020 não tem céu de brigadeiro

Redação Travel3 por Redação Travel3
3 de novembro de 2020
in Acontece no Turismo, Ar, Destaque, Ir e Vir
0
Avião preto e branco

(Foto: Divulgação)

A pandemia fez, deste, um ano sem precedentes na história da aviação comercial

Para as companhias aéreas de todo o mundo, 2020 é um ano histórico, com desafios inimagináveis e que não dão trégua. A Associação Internacional de Transporte Aéreo, IATA, já revisou para baixo os números da recuperação econômica das companhias aéreas, previstos para 2021. A 2ª onda da pandemia dificultará as viagens no quarto trimestre do ano, justamente os meses da chamada alta temporada do turismo. Como muitas fronteiras continuam fechadas e, quando abertas estão impondo medidas de quarentena para os viajantes, a tão esperada recuperação de final de ano não aconteceu.

Para as companhias aéreas, o 4º trimestre do ano continua difícil

Assim, a IATA prevê que  o tráfego aéreo de 2020 será quase 70% menor do que o do ano de 2019 e que, tudo indica, a receita da indústria da aviação comercial será aproximadamente 50% menor do que a receita de 2019. Neste momento o setor, que está tentando evitar falências e preservar os empregos para o próximo ano, já vislumbrou que não conseguirá atingir seus objetivos sem uma ajuda governamental. Por isso a IATA tem enviado apelos aos governos, pedindo que seja oferecido um “alívio financeiro para que as companhias aéreas evitem demissões em massa”.

A associação também reforçou o pedido para que os governos invistam em  testes de COVID-19, oferecendo-os aos passageiros, antes de embarcar, permitindo assim que as fronteiras sejam reabertas.

Estimativas para 2021 foram revisadas para baixo

Embora as companhias aéreas tenham tomado medidas drásticas para reduzir despesas, cerca de 50% dos seus custos são considerados fixos. Os resultados preliminares do 3º trimestre mostram que os custos unitários aumentaram cerca de 40% em comparação com o mesmo período do ano passado. Para 2021, a IATA estima que, para atingir um resultado operacional equilibrado e neutralizar a queima de caixa, os custos unitários terão que cair 30% em comparação com 2020. Esse declínio é sem precedentes.

RCD Ano Novo Desk
Diversa Divweek desk
Tags: aviaçãoaviação civilaviação comercialCOVID-19IATAPandemia
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revistatravel3

@RevistaTravel3
Desde 2007, conectando você aos melhores destinos
Lazer, negócios + aventura
Por Caroline & Claudia Tonaco
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Para 2026, eu não faço uma lista de destinos. E Para 2026, eu não faço uma lista de destinos.

Eu escolho sensações:
mais leveza,
mais curiosidade,
mais tempo,
mais prazer em viajar.

O último dia do ano pede pausa, não pressa.
Pede fechar ciclos, e seguir em frente com mais calma.

Que 2026 venha leve.
E que a gente viaje ainda melhor.

✨ Feliz Ano Novo!
2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra 2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra mim, o pôr do sol mais bonito do ano foi aquele visto da varanda da minha suíte no UNICO 20°105°, na Riviera Nayarit.

Prova de que alguns momentos não ficam só no dia, mas marcam o ano.
Inesquecível!
❤️
📷- @carolinetonaco /@revistatravel3 
#sunset #retrospectiva #rivieranayarit #unico20105
Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, fica o que realmente importa: as experiências que levamos com a gente.

Feliz Natal ✨
E que 2026 seja o ano de viajar como nunca!
📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas ca 📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas calma: na prática, quase nada muda

Entrou em vigor na segunda-feira a Portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo, que atualiza as regras da diária em hotéis, pousadas e resorts no Brasil.

O objetivo principal da nova regra não é mudar horários, mas deixar tudo mais claro para o hóspede.

👉🏻O que a portaria define
A diária passa a ser oficialmente considerada um período de 24 horas.
Mas dentro desse período, o hotel pode usar até 3 horas para limpeza e arrumação do quarto, sem cobrança extra.

❔Isso quer dizer que vou ficar 24 horas no quarto?
Não.
O hotel continua definindo seus horários de check-in e check-out, como sempre aconteceu.

❔Então quanto tempo fico, na prática?
Na maioria dos casos, o tempo real de uso do quarto gira em torno de 21 horas — exatamente como já acontece hoje na maior parte dos hotéis.

👉🏻O que muda de verdade para o hóspede:
✔ Os horários de entrada e saída precisam ser informados com clareza antes da reserva
✔ As regras da diária ficam padronizadas em todo o país
✔ Diminui a chance de interpretações erradas ou conflitos na recepção

📌 Ou seja:
A portaria protege o consumidor, reforça a transparência e organiza o setor.
Mas não criou a “diária de 24 horas no quarto” nem alterou o funcionamento prático dos hotéis.

Seus direitos ficam mais claros, mas a rotina da hospedagem segue praticamente a mesma!
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