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Home Acontece no Turismo

Garupa lança guia de turismo responsável em terras indígenas

Redação Travel3 por Redação Travel3
30 de outubro de 2023
in Acontece no Turismo
0
Garupa evento

Arnaldo Franken, CEO do Grupo Arbo, mantenedor da ONG Garupa, com integrantes da Garupa e indígenas presentes ao lançamento do livro (Foto:divulgação)

Livro “Turismo Indígena: Modos de Fazer ” marca os 10 anos da ONG

A ONG Garupa, que tem como mantenedoras as empresas do Grupo Arbo, lançou na última terça-feira, 24/10, em São Paulo, o livro “Turismo Índigena: Modos de Fazer“. O evento, que também celebrou o décimo aniversário da ONG, contou com a presença de indígenas da Terra Indígena Piaçaguera, localizada em Peruíbe, no litoral sul do estado.

No evento, Thalita Tomazetti, gestora executiva da Garupa, compartilhou insights sobre como agências e operadoras podem apoiar o Turismo Responsável, um setor que ganhou maior interesse dos viajantes após a pandemia. Ela enfatizou a importância de conhecer essas experiências, se conectar com elas e buscar formas de parceria e comercialização, como aquelas já disponíveis no guia.

Claudia Carmello, diretora de comunicação da Garupa, destacou outra publicação exclusiva disponível no site da ONG, o “Guia do Brasil Autêntico“, que reúne 40 experiências de viagem de norte a sul do país, destinadas à comercialização por operadoras de viagens, e acrescentou: “Muitos ainda encaram o turismo como só paisagem, mas turismo também é gente, é entender como as pessoas vivem nos destinos e conectar-se com seus modos de vida. Turismo responsável existe, e acontece quando o turista melhora o lugar e a vida das pessoas que ali vivem”, disse Carmello.

No dia seguinte, 25/10, a ONG realizou uma transmissão ao vivo em seu canal no YouTube para discutir o tema abordado na nova publicação.

RCD Ano Novo Desk
Garupa

Saiba mais sobre o livro “Turismo Índigena: Modos de Fazer“

O livro “Turismo Índigena: Modos de Fazer,” destaca a importância do turismo responsável, onde a presença de viajantes contribui para a melhoria da vida das pessoas nos destinos visitados. Ele oferece um guia prático com 139 páginas, otimizado para dispositivos móveis, que aborda a estruturação de atividades de turismo em Terras Indígenas, fornece exemplos, dicas, modelos de planilhas e analisa experiências bem-sucedidas no Rio Negro, Amazonas.

O objetivo do livro é apoiar comunidades indígenas, instituições parceiras, profissionais do turismo, gestores públicos e demais envolvidos no turismo indígena, fornecendo informações sobre o turismo comunitário, benefícios, riscos, parcerias, precificação e promoção de roteiros turísticos em terras indígenas. Uma inovação importante é o guia passo a passo para a estruturação do Plano de Visitação, um requisito da Funai que assegura um turismo harmonioso com os modos de vida e regras territoriais das comunidades indígenas.

Diversa Divweek desk

Para o download do livro, clique aqui.

Autoras livro Garupa
Thaissa Sobreiro, Ana Gabriela Fontoura e Camila Barra: as autoras do livro “Turismo Índigena: Modos de Fazer” (Foto: divulgação)

Autoras e colaboradores celebram o turismo responsável

O lançamento da publicação contou com a presença das autoras do livro, que são especialistas em suas áreas de atuação: Camila Barra, Ana Gabriela Fontoura e Thaissa Sobreiro.

Camila Barra é mestre em Antropologia Social pela Unicamp e fundadora da Negócios Comunitários. Ela trabalha na Amazônia desde 2008, colaborando com organizações indígenas e comunidades locais para promover o diálogo com gestores públicos e o setor privado, visando o desenvolvimento de soluções sustentáveis. Camila dedica-se há uma década à criação de iniciativas de Turismo Indígena e comunitário com modelos de negócios de impacto social em diversos biomas. Ela colaborou com a Garupa de 2019 a 2022 em projetos nos estados do Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Pará e São Paulo.

Ana Gabriela Fontoura é turismóloga pela Universidade Federal do Pará, especialista em Estudos Ambientais pela PUC-Minas e mestranda em Desenvolvimento Local pela Università degli Studi di Padova, Itália. Ela é diretora da Estação Gabiraba, uma operadora de ecoturismo de base comunitária na Amazônia desde 2007, e possui mais de 15 anos de experiência na facilitação de processos participativos para o Turismo de Base Comunitária (TBC). Ana Gabriela atua na Garupa na estruturação de novos projetos de TBC e turismo indígena.

Thaissa Sobreiro é uma consultora independente com 20 anos de experiência em projetos comunitários de gestão territorial, pesquisa sobre uso de recursos naturais e territorialidade de populações tradicionais, bem como direitos dos povos indígenas. Ela atuou como assessora do Instituto Socioambiental (ISA) entre 2016 e 2019, apoiando o Turismo Indígena comunitário no Médio Rio Negro, Amazonas. Thaissa possui um doutorado em Ecologia Interdisciplinar pela Universidade da Flórida (EUA) e é especialista em Manejo Colaborativo de Sistemas Socioecológicos Complexos da Amazônia Brasileira pela Universidade do Estado de Mato Grosso, além de ser mestre em Ecologia de Água Doce e Pesca pelo Instituto de Pesquisas da Amazônia.

Também estiveram presentes ao evento Rita Lewkowicz, do Iepé, Marcos Wesley, do ISA, e quatro líderes indígenas que já estão envolvidos no turismo em seus territórios: Kássia Lod e Edervan Forte, da Associação Na Na Kali´na, na Terra Indígena Galibi, Oiapoque (Amapá), e Jaciel Baré e André Baré, da ACIR, nas Terras Indígenas Médio Rio Negro I e II (Amazonas).

Garupa lançamento livro
Líderes indígenas estiveram presentes no evento, em apoio ao lançamento do livro (Foto: divulgação)

Sobre a Garupa

A Garupa é uma associação sem fins lucrativos qualificada como organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), fundada em 2013. A organização reúne profissionais com formação e experiência em comunicação, ecoturismo, desenvolvimento de projetos de governança comunitária e turismo responsável.

A ONG atua em três frentes: divulgando experiências sustentáveis brasileiras para um público amplo por meio do “Guia Garupa do Brasil Autêntico,” produzindo webséries e participando de eventos; realizando Expedições Garupa; e fornecendo consultorias para outras organizações ou empresas, com o objetivo de desenvolver roteiros turísticos sustentáveis e eficazes.

A publicação do livro “Turismo Índigena: Modos de Fazer” faz parte das comemorações pelos 10 anos de existência da Garupa e conta com a colaboração de diversos parceiros, incluindo Foirn (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), Iepé (Instituto de Pesquisa e Formação Indígena), ISA (Instituto Socioambiental), The Nature Conservancy Brasil, Opan (Operação Amazônia Nativa), CPI-SP (Comissão Pró-Índio de São Paulo) e Associação Floresta Protegida.

Tags: GarupaGrupo Arboguia de turismoong garupaTurismo IndígenaTurismo Responsável
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revistatravel3

@RevistaTravel3
Desde 2007, conectando você aos melhores destinos
Lazer, negócios + aventura
Por Caroline & Claudia Tonaco
Link na bio

Para 2026, eu não faço uma lista de destinos. E Para 2026, eu não faço uma lista de destinos.

Eu escolho sensações:
mais leveza,
mais curiosidade,
mais tempo,
mais prazer em viajar.

O último dia do ano pede pausa, não pressa.
Pede fechar ciclos, e seguir em frente com mais calma.

Que 2026 venha leve.
E que a gente viaje ainda melhor.

✨ Feliz Ano Novo!
2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra 2025 ainda não acabou, mas posso afirmar que pra mim, o pôr do sol mais bonito do ano foi aquele visto da varanda da minha suíte no UNICO 20°105°, na Riviera Nayarit.

Prova de que alguns momentos não ficam só no dia, mas marcam o ano.
Inesquecível!
❤️
📷- @carolinetonaco /@revistatravel3 
#sunset #retrospectiva #rivieranayarit #unico20105
Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, Entre destinos, histórias e caminhos pelo mundo, fica o que realmente importa: as experiências que levamos com a gente.

Feliz Natal ✨
E que 2026 seja o ano de viajar como nunca!
📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas ca 📌 Mudaram as regras de diária de hotel. Mas calma: na prática, quase nada muda

Entrou em vigor na segunda-feira a Portaria nº 28/2025 do Ministério do Turismo, que atualiza as regras da diária em hotéis, pousadas e resorts no Brasil.

O objetivo principal da nova regra não é mudar horários, mas deixar tudo mais claro para o hóspede.

👉🏻O que a portaria define
A diária passa a ser oficialmente considerada um período de 24 horas.
Mas dentro desse período, o hotel pode usar até 3 horas para limpeza e arrumação do quarto, sem cobrança extra.

❔Isso quer dizer que vou ficar 24 horas no quarto?
Não.
O hotel continua definindo seus horários de check-in e check-out, como sempre aconteceu.

❔Então quanto tempo fico, na prática?
Na maioria dos casos, o tempo real de uso do quarto gira em torno de 21 horas — exatamente como já acontece hoje na maior parte dos hotéis.

👉🏻O que muda de verdade para o hóspede:
✔ Os horários de entrada e saída precisam ser informados com clareza antes da reserva
✔ As regras da diária ficam padronizadas em todo o país
✔ Diminui a chance de interpretações erradas ou conflitos na recepção

📌 Ou seja:
A portaria protege o consumidor, reforça a transparência e organiza o setor.
Mas não criou a “diária de 24 horas no quarto” nem alterou o funcionamento prático dos hotéis.

Seus direitos ficam mais claros, mas a rotina da hospedagem segue praticamente a mesma!
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