O custo de milhares de voos cancelados e suspensos, a reprogramação e o atendimento a tantos passageiros que não puderam ser transportados deve trazer um adicional considerável de prejuízos para as companhias aéreas norte-americanas em razão da passagem do Harvey, o furacão que virou tempestade tropical e depois depressão atmosférica
Entre as cidades atingidas, foi Houston quem mais sofreu e isto pode ser comprovado com o iniciou dos esforços para reconstruir e reparar os danos devastadores.
As companhias aéreas que atendem Houston e região enfrentam uma grande perda depois de tudo o que aconteceu por mais de uma semana. De acordo com boletins do setor, mais de 23 mil voos foram restingidos. E estes não são ainda os números completos.
Em um levantamento, a empresa de consultoria Cowen & Co. indica que o prejuízo pode ter sido superior a US $ 350 milhões. A maior soma será com a United Airlines que opera um importante hub internacional a partir do aeroporto George Bush. Cerca de US$ 266 milhões.
Os cancelamentos relacionados com Harvey na semana passada equivalem a cerca de 20% do inventário do terceiro trimestre da companhia aérea nesse aeroporto. A companhia aérea cancelou cerca de 8% de seus vôos no trimestre.
Mesmo com toda a sua violência, o Harvey revelou o lado humano da indústria aérea. Apesar do fechamento completo do Hobby Airport, a Southwest Airlines recebeu uma uma solicitação especial da indústria de aviação federal para o transporte aéreo e gratuito de cerca de 500 passageiros e funcionários que estavam ilhados no aeroporto.
Numerosas companhias aéreas ofereceram auxilio através doações e disponibilidade de milhas de bônus em seus programas de recompensas, colaborando com a Cruz Vermelha Americana, Fundação Comunitária Greater Houston, Americares, Airlink e Operação. Até à data, a campanha já arrecadou mais de dois milhões de dólares.





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