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Home Gastronomia

DIA MUNDIAL DO SAQUÊ É COMEMORADO EM 1º DE OUTUBRO

admin por admin
28 de setembro de 2017
in Gastronomia
0
DIA MUNDIAL DO SAQUÊ É COMEMORADO EM 1º DE OUTUBRO

Uma das mais belas expressões da cultura japonesa é comemorada em 1º de outubro com o Dia Mundial do Saquê. Uma bebida milenar e cheia de mistérios sobre a sua origem, com a única certeza de que começou no Japão e foi descoberto por acaso. Há cerca de 2000 anos, um camponês teria deixado um tonel de arroz destampado, estragando o alimento. Para evitar o desperdício e como punição pelo ocorrido, o fazendeiro informou ao seu funcionário de que aquele arroz seria o seu pagamento do mês. Sem alternativa, o camponês levou o mingau para casa e, depois de algumas colheradas, percebeu algo diferente e alcoólico.

Com o tempo, os produtores foram aprimorando o processo de fabricação da bebida e o saquê, como conhecemos hoje. Celso Ishiy, maior especialista em saquê do país e diretor da Tradbras, conta algumas curiosidades sobre essa bebida milenar.

– O Saquê é uma bebida feita a partir da fermentação do arroz

– Durante a II Guerra Mundial, as plantações de arroz foram devastadas e o governo determinou que se colocasse álcool para diluir o saquê e render mais, além de baixar o preço. Quando o governo permitiu parar com isso, nenhum produtor queria voltar à antiga produção;

Diversa CaribePremiado Desk

– Nos anos 70, foi descoberto que um pouco de álcool em alguns tipos de saquês ajudava na fermentação e ressaltava determinados sabores;

– Os principais fatores para determinar a qualidade do saquê são: qualidade do arroz, polimento do arroz, participação do mestre de produção (toji) no processo;

Unico Riviera Nayarit desk

– Existem mais ou menos 130 tipos de arroz para saquê no Japão. Muitos são feitos de mistura de mais de um tipo;

– Yamadanishiki é considerado por muitos o melhor tipo de arroz para saquê no mundo;

– Saquês super premium aproveitam 60% ou menos do grão de arroz;

– No Japão hoje existem aproximadamente 1400 fábricas de saquês (Kura).

– O número de exportação do saquê cresce a cada ano. Mas apenas 3% da produção da bebida são vendidos para outros países;

– Os japoneses usam pequenos copos de vidro ou de cerâmica chamados choko;

– O saquê no Japão nunca é serviço para si mesmo, sempre servido ao próximo;

– Saquês podem ser tomados a qualquer temperatura. Mas os mais elaborados podem perder alguns elementos ao ser esquentados por serem muito suaves. Já os produtos mais alcoólicos e super secos podem responder bem ao aquecimento.

Conheça sete formas de harmonização de pratos com o saquê:

Pratos leves – pode ser harmonizado com ginjo e daiginjo para apreciar o saquê. Exemplos: saladas, grelhados de carne branca, carpaccio, massas sem molhos encorpados.

Pratos salgados – pode ser harmonizado com saquês levemente doces. Mas se o salgado for acentuado, recomenda-se um saquê mais seco, do tipo junmai. Exemplos: peixe assado, massas de molho vermelho, que podem ser servidos com saquê do tipo nigori (mais encorpado).

Pratos cítricos – Harmoniza-se com saquês mais doces como nigori (mais encorpado) ou honjozo. Exemplos: Ceviches, sunomono.

Pratos temperados e oleosos – Normalmente harmoniza-se com saquê junmai. Entretanto, o corpo leve do saquê honjozo pode “quebrar” a oleosidade. Exemplos: o churrasco pode combinar com um nigori, junmai, honjozo seco. Para quem prefere reduzir a gordura pode harmonizar com um honjozo extra dry.

Pratos aromáticos – Harmoniza-se com saquê aromático, o suficiente para que se sobressaia da comida.

Pratos encorpados – Harmoniza bem com saquê encorpado e sabor de forte presença. Exemplos: carne de panela mineira e feijoada podem ser acompanhados do saquê nigori, que é mais encorpado e realça o sabor acentuado destes pratos.

Pratos doces – Podem ser harmonizados com saquê seco para destacar a doçura da comida – como nos casos da sobremesa. Também pode ser harmonizado com saquê doce para que a comida não fique enjoativa.

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Por Caroline & Claudia Tonaco

Existem cidades que impressionam pelos monumentos. Existem cidades que impressionam pelos monumentos. Diamantina impressiona pelo conjunto.

Não existe uma única rua mais bonita, uma única igreja imperdível ou um único cartão-postal. O encanto está em percorrer o Centro Histórico sem rumo, e deixar que cada esquina revele uma nova paisagem.

É assim que se entende por que Diamantina recebeu o título de Patrimônio Mundial: não apenas pelos edifícios preservados, mas pela atmosfera que faz parecer que o tempo escolheu passar mais devagar por aqui.

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Há mais de 25 anos, a Vesperata transforma o Cent Há mais de 25 anos, a Vesperata transforma o Centro Histórico de Diamantina em um grande palco a céu aberto.

Músicos se apresentam das sacadas dos casarões coloniais enquanto maestros conduzem o espetáculo do centro da Rua da Quitanda. 

Uma experiência que ajuda a explicar por que Diamantina é um dos destinos mais especiais de Minas Gerais!

Você já viveu essa experiência?
 
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✨ Dica para quem sonha em conhecer os Lençóis ✨ Dica para quem sonha em conhecer os Lençóis Maranhenses!

Atins, uma das portas de entrada do parque nacional, acaba de ganhar um novo hotel boutique. O Villa Pantai chega em um momento em que a vila se consolida como um dos destinos mais desejados do Brasil para quem busca natureza, conforto e exclusividade.

Com apenas 22 acomodações, o hotel foi projetado para integrar o luxo à paisagem e proporcionar uma estadia tranquila, cercada pelas belezas dos Lençóis Maranhenses.

O grande destaque é uma piscina inspirada nas lagoas da região, com fundo de areia e aquecimento natural, além de uma gastronomia que valoriza os sabores maranhenses.

Atins deixou de ser um segredo entre aventureiros para conquistar viajantes do mundo inteiro — e não é difícil entender o porquê.

Quer conhecer mais sobre essa novidade? A matéria completa está no site da Travel3. Link na bio!

📸 Fotos: Divulgação / Villa Pantai Atins

#Travel3 #Atins #LençóisMaranhenses #HotelBoutique #TurismoDeLuxo ViagemDosSonhos
🍫 Hoje é o Dia Mundial do Chocolate! E que tal 🍫 Hoje é o Dia Mundial do Chocolate! E que tal aproveitar a data para conhecer destinos onde ele vai muito além da sobremesa?

Em diferentes partes do mundo, o chocolate faz parte da cultura, da história e da identidade local. Há lugares onde você pode visitar fazendas de cacau, acompanhar a produção artesanal, entrar em fábricas centenárias e provar receitas que atravessam gerações.

Anote esses destinos para a sua lista de viagens:

🇧🇷 Sul da Bahia – conheça fazendas de cacau entre Ilhéus e Itacaré e acompanhe todo o processo, da fruta à barra de chocolate.

🇧🇷 Gramado – fábricas abertas à visitação, cafeterias e chocolaterias transformam a cidade em um verdadeiro paraíso para os apaixonados por chocolate.

🇨🇭 Suíça – museus, fábricas históricas e experiências que mostram por que o país se tornou uma referência mundial.

🇧🇪 Bélgica – em Bruxelas e Bruges, as vitrines das chocolaterias parecem galerias de arte, repletas de pralines e bombons artesanais.

🇮🇹 Modica, Sicília – prove um dos chocolates mais tradicionais da Itália, produzido com uma técnica centenária que resulta em uma textura granulada e única.

🇲🇽 Oaxaca – descubra as origens do cacau em mercados tradicionais e experimente bebidas à base de chocolate, café e especiarias.

E uma dica para levar na mala: quanto maior o teor de cacau e menor a lista de ingredientes, maiores as chances de encontrar um chocolate que valorize a matéria-prima e os sabores do destino.

Tem matéria completa no site da Travel3 com mais detalhes sobre esses roteiros para quem ama chocolate. O link está na bio!

🍫 Qual desses destinos entrou para a sua lista de desejos?

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