Quem se recorda dos bons tempos da Varig vai se lembrar que uma das principais referencias de prestígio da companhia nascida no Rio Grande do Sul era a sua manutenção – o que originou o surgimento de uma empresa especializada que depois, no desmantelamento geral do grupo, acabou sendo negociado com a TAP Portugal. E lá está a antiga VEM, em Porto Alegre, no fundo do espaço visual do aeroporto Salgado Filho, só que acumulando prejuízos declarados nos ultimos anos.
Agora que boa parte do seu capital passou para a iniciativa privada, a TAP procura uma solução para esta empresa que acumulou 85 milhões de euros de prejuízos no ano passado e que subiu já para 151,7 milhões, mais de 80% de um ano para o outro.
Acumulado com o impacto do dinheiro praticamente perdido na Venezuela (retenção dos valores de vendas de bilhetes por parte do governo), a Parpública – holding onde está a participação do Estado na companhia aérea – contabilizou estes números hoje anunciados.
Além dos 91 milhões de euros retidos em Caracas, o cenário adverso do Brasil e também de Angola, marcando uma queda nas vendas, e mais o prejuízo na área de manutenção, seguem as negociações com o consórcio da Atlantic Gateway (de Humberto Pedrosa e David Neeleman), para que o governo fique com 50% do capital da empresa.





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