A rapidez dos aviões a jato mudou o ritmo e as perspectivas do homem moderno, mas também trouxe o desconforto que veio de carona com a velocidade.
Eu estou falando da síndrome do jato ou jet lag, proveniente da mudança rápida dos fusos horários, que se manifesta no organismo em forma de uma grande fadiga, física e mental. Isso acontece porque o relógio biológico do viajante ainda não se acertou ao tempo real daquele lugar.
O jet lag não é uma doença, mas uma síndrome, que tende a passar com o tempo. Existem algumas recomendações que, se bem seguidas, ajudarão na adaptação à mudança do fuso horário.
Nos dias que antecedem sua viagem, tente ir adiantando ou atrasando, cada dia um pouco, sua hora de dormir e acordar, de acordo com o horário do seu destino.
No avião, evite bebidas alcoólicas e beba muita água para ficar bem hidratado.
Quando chegar lá, procure se integrar ao ritmo das atividades locais. Se você chegou na hora do almoço, por exemplo, não vá para o hotel dormir. Saia, busque um restaurante, dê uma caminhada, entre no horário do lugar.
O homem tem o seu relógio biológico mas já está provado que o ambiente social é um dos principais estímulos para a regularização deste relógio.
Quando a gente faz uma viagem longa, o desconforto é normal mas se você se preparar corretamente, ele irá embora mais rápido do que você imagina.




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