A demanda (em passageiros-quilômetros pagos transportados – RPK) do transporte aéreo doméstico registrou mais uma queda no mês que passou. Em junho ela foi de de 6,3% enquanto a oferta (em assentos-quilômetros ASK) apresentou uma redução de 6,8% no mesmo período.
Com este resultado, a demanda doméstica apresentou o décimo primeiro mês consecutivo de retração. Já a oferta do transporte aéreo nacional apresentou a décima baixa seguida. O primeiro semestre de 2016 fechou assim com uma queda geral de 6,6% (demanda) enquanto a oferta teve redução de 5,8%
Entre as empresas aéreas brasileiras, apenas a Avianca apresentou crescimento na demanda doméstica de junho, teve 17,9%. Latam, Azul e GOL mostrram retração de 11,2%, 7,0% e 6,6%, respectivamente.
O número de passageiros pagos transportados no mercado doméstico em junho de 2016 foi de 6,8 milhões, caindo 8,8% em relação a junho de 2015 e completando onze meses consecutivos de retração.
No período de janeiro a junho de 2016, a quantidade de passageiros transportados acumulou redução de 8,1%. A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos domésticos foi de 78,0%, o que representou um leve aumento de 0,5%.
INTERNACIONAL
A demanda das empresas aéreas brasileiras que operam voos para o exterior também registrou queda, ela foi de 11,85%, enquanto a oferta apresentou redução de 7,5%. Com o resultado de junho , a demanda internacional teve o quarto mês consecutivo de queda, depois de dois anos de crescimento.
Já a oferta internacional apresentou a quarta redução seguida após 19 elevações consecutivas do indicador.
No acumulado de janeiro a junho de 2016, a demanda internacional diminuiu 2,7% em relação ao mesmo período de 2015. A oferta internacional diminuiu 1,8% no período.
Latam e GOL registraram na queda de junho, 13,5% e 11,6%, respectivamente. A Azul registrou alta de 9,1%. A taxa de aproveitamento foi de 77,2%, uma variação negativa de 4,6%.
O número de passageiros transportados foi de 534,4 mil. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador apresentou queda de 2,4%. O indicador está em retração há três meses.






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