Canadá é um dos destinos preferidos para intercâmbio na Terceira Idade (foto: Visit Canada)
Uma pesquisa realizada pela Belta (Associação Brasileira Especializada em Educação Internacional) identificou que o índice dos estudantes brasileiros da terceira idade que realizaram intercâmbio passou de 2,4% em 2012 para 7,7% em 2015.
“A moda agora entre o público com idade acima dos 50 anos é de conhecer um pedaço do mundo através das viagens de intercâmbio. Eles querem, além de aprender um novo idioma, conhecer uma nova cultura e alguns até preferem ficar em casa de família para ter um contato mais próximo com a cultural local”, diz Maura Leão, presidente da Belta.
Casos como o do engenheiro mecânico aposentado José Amaral, 70 anos, que nos últimos quatro anos já realizou duas viagens de intercâmbio, estão sendo cada vez mais frequentes, constatam as associadas à Belta. “Acho que a principal vantagem de ter feito intercâmbio nessa idade é que nós nos preocupamos muito com o relacionamento humano e a cultura do país, em conhecer novos lugares com sua beleza típica”, diz Amaral, que em outubro de 2016 embarcará novamente para estudar inglês, dessa vez em Cape Town, na África do Sul.
Para a Belta um dos fatores que têm influenciado o crescimento da terceira idade na busca por viagens internacionais é o aumento da expectativa de vida da população brasileira, que hoje atinge a média de 75,2 anos segundo dados do IBGE de 2014 – contra 71,3 anos divulgados em 2003, um aumento de 5,62% em 11 anos.
Estão em alta a Argentina, Canadá, Estados Unidos, França, Malta, Inglaterra e Itália como destino para essa faixa etária.
“Eles buscam novos desafios, dando mais importância à qualidade de vida e a atividades que os deixam mais ativos mantendo o espirito jovem”, diz Maura Leão.




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