Contrariando a posição otimista da OMT, a WTTC – Conselho Mundial de Viagens e Turismo – aponta uma contração de 3,1% no movimento turístico em paralelo ao crescimento da economia global (aumento de 2,3%) e destaca a resistência do setor com a queda da demanda na Europa e uma menor contribuição por parte de três países: França, Turquia e o Brasil.
O crescimento da atividade turística no Pais deverá ter uma queda geral de 1,6%, resultante dos problemas políticos, do desempenho macroeconômico e da questão do vírus Zika. Caso se confirme esta estimativa, gerada por um ambiente de governo, será o pior rendimento desde 1930.
Nos dados de referência para a América Latina, o crescimento indicado é de 2,1% com a chegada de 42.614 milhões de turistas estrangeiros.
Em 2015, a contribuição do turismo foi de 33% no PIB. A previsão para 2016 é de uma queda de 0,5%. O conjunto da obra reflete as atividades econômicas geradas por empresas aéreas, hotéis, agências de viagens e outros serviços de transportes e receptivos, além das atividades de entretenimento.
A WTTC tem seus prognósticos futuros uma ascensão de 3,7% para o PIB mundial. Um crescimento que deverá se estender em dez anos.
Um destaque para o lazer e entretenimento, onde se espera queda de 0,5% neste ano mas a subida em 2026. As viagens de negócios crescerão neste ano 0,9% e em uma década subirão 3,9%.
No ano passado a contribuição do setor turístico no Brasil foi de R$ 190,5 milhoes de reais.
O resultado dos Jogos 2016 que se completaram ontem mostraram um elogio às opções de turismo e lazer, da vida noturna e o fator hospitalidade dos brasileiros. 87,7% dos estrangeiros disseram que voltariam ao Brasil, e quase 95% apontaram que o Rio superou as expectativas. O índice de satisfação publica internacional chegou a 83,1%






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