Em 2011, mais de 200 pessoas morreram durante um forte abalo na mais inglesa das cidades da Nova Zelandia. Christchurch passou (e ainda tem rescaldos) por um longo processo de revitalização, com a população participando ativamente e de forma voluntária. Em meio à isso, um outro tremor – embora com menor intensidade – atingiu a cidade.
Hoje, foi diferente. No abalo registrado a 90 quilómetros, um sismo de magnitude 6,6 (as primeiras informações indicavam 7,4 na escala Richter) foi registrado com a emissão de um alerta de tsunami. O tremor foi sentido praticamente em toda a ilha e mesmo na ilha norte. Já se registraram em alguns pontos ondas acima de um metro de altura.
O epicentro estaria situado a 208 quilómetros ao sudoeste de Wellington, a capital neozelandesa. Edifícios no centro da aldeia de Cheviot, próxima do epicentro, ficaram danificadas, mas não há informações sobre a existência de vítimas, embora as primeiras informações digam que os danos materiais foram elevados.
O site geo.net, do governo da Nova Zelândia, informou que o sismo foi sentido em todo o país e avisou os cidadãos para estarem alerta a possíveis réplicas. Registrado a uma profundidade de 10 quilómetros está na condição de ser mais sentido po estar mais próximo da superfície.
Situada no chamado ‘Circulo de Fogo do Pacifico’, a Nova Zelândia sofre os efeitos de um arco de falhas sísmicas, onde são comuns os tremores de terra.
O histórico de Christchurch é preocupante. Em 2011, um sismo de magnitude 6,3 provocou 185 vitimas e a cidade teve grande parte do seu centro praticamente destruído, inclusive sua igreja matriz que ainda continua sendo reconstruida.






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