Quando assumiu a direção da companhia, indicada pelo presidente Macri, a executiva assegurou que em três anos a Aerolineas Argentinas deixaria o quadro de constantes e elevados prejuízos. Ao final do primeiro ano, isto não se confirmou, apesar de receber subsídios de quase US$ 300 milhões, está fechando 2016 com um prejuízo estimado em US$ 450 milhões.
O déficit não é a única preocupação. A iminente chegada ao mercdo de empresas ‘low cost’ vai aumentar a competitividade do setor e a disputa deverá ser intensa. Para 2017, a Aerolineas ainda contará com uma ajuda estatal de US$ 168 milhões.
Não se fala em privatização – pelo menos até 2019 – mas as ultimas mudanças de relacionamento no mercado – mudança do sistema de vendas e praticamente eliminando as agências de viagens como canal de distribuição – aumentam as circunstâncias de preocupações.
A Aerolineas decidiu não ter mais serviço de bordo gratuito (alimentação) nos voos domésticos com menos de duas horas e um sistema de vendas específico e direto para os assentos na classe executiva. Mas foi a restrição de comissões para as agências que provocou as principais turbulências e uma reação em cadeia da FAEVYT, a associação dos agentes que considerou a decisão ‘arbitrária e unilateral’. E promete entrar com medidas judiciais contra tal.
O gerente comercial Diego Garcia confirma também que a partir de março do ano que vem, o novo sistema comercial da companhia terá alterações como os serviços 48 horas antes de cada voo. Poderá haver uma alt ou baixa nos arremates de passagens, passando da econômica para primeira
Enquanto isso, nesta temporada de final de ano, a companhia está aumentando sua conectividade por todo o pais, mais voos para o destino Brasil e ainda manter 75% da pontualidade prometida.






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