Com o exemplo de várias metrópoles pelo mundo inteiro e mesmo em cidades brasileiras que utilizam este modelo, o prefeito Marcelo Crivella (PRB), assumiu a prefeitura do Rio de Janeiro com uma cobrança pela utilização turística do Rio. A possibilidade ficou expressa nas medidas anunciadas pelo novo titular do executivo carioca indicando que ‘não gastar’ é o tema, para conseguir equilibrar as contas e conseguir governar.
A idéia de Crivella parece mesmo ter surgido durante o Réveillon, quando a festa da virada mais uma vez proporcionou hotelaria com lotação quase completa. Viajante habitual – ia muito para Israel nos dois ultimos anos – a percepção de combate à crise econômica acaba derivando para o turista.
O imposto pensado é de R$ 4 ou R$ 5 por dia, e que seria cobrado diretamente do turista nos hotéis. Um tipo de room-tax, só que na maioria a taxa é utilizada em investimentos para o próprio turismo, como acontece em Nova York, com a promoção, divulgação e atuação em feiras e eventos. Não parece ser a intenção do prefeito carioca.
Ainda mais depois de ter afirmado que vai rever subsídios dados a alguns setores, citando as empresas de ônibus e o setor hoteleiro.
Ele afirmou que é digno de comemoração a notícia da ocupação hoteleira acima de 85%. “Isso é algo que temos de celebrar. Espero que seja uma virada para nós. O turismo é a vocação dessa cidade. Não só pela hospitalidade, característica inerente do carioca, mas também pela geografia humana e da natureza.”.
O prefeito Marcelo Crivella e o seu vice Fernando MacDowell que terá participação ativa em questões relacionadas ao turismo
A prefeitura do Rio começa a funcionar com a nova administração cortando pela metade o numero de secretarias, de 24 para 12. Pretende também assumir a direção de organismos que tem os governos federal e do estado como responsáveis, casos do Maracanã, do Teatro Municipal e do Museu da Imagem e Som.






![Validate my RSS feed [Valid RSS]](https://travel3.b-cdn.net/site/wp-content/uploads/2020/03/valid-rss-rogers.png)