É tradição. Todo ano, a cada 21 de março, Chicén Itza recebe mais de 70 mil visitantes para presenciar um momento único, a aparição de uma serpente de 33 metros sobre as ruínas, o que representa o descanso do Kukulcán.
O efeito se produz quando a luz solar cai na fachada noroeste da pirâmide e reflete 7 triângulos de luz que se projetam entre as escadarias, formando a imagem do corpo de uma serpente. Isto só é possível graças ao alinhamento preciso da construção com a posição do sol.
Na cosmogenia maia, um dia assim, com sol e calor é um sinal favorável para a região e prenuncio de uma boa colheita.
E da mesma maneira, se o 21 de março aparece nublado e chuvoso, é esperar como mal augúrio.
A pirâmide de Kukulcán, na cidade arqueológica de Chichen Itzá, no estado de Yucatán, é um calendário de pedra maia, que marca os solstícios e equinócios, períodos da maior importância para o ciclo agrícola dos povos que habitaram a região. O nome Kukul significa sagrado e divino.
O esplendor de Chichén Itzá começou a partir do século 10 com a chegada dos toltecas, que trouxeram estes aspectos simbólicos para a região. O culto ao Kukulcán é a representação maia de Quetzalcóati, a serpente emplumada.
No mesmo complexo de ruinas encontram-se outras construções bem interessantes, como o Observatório, o Templo dos Guerreiros e o edifício das Mil Colunas.




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