O primeiro passo efetivo foi dado nesta semana que passou com o inicio da qualificação das empresas – 29 no total – que farão a construção do túnel binacional considerada a principal obra de integração comercial, industrial e turística da América do Sul.
Foram constituídos dez consórcios, entre eles algumas empresas internacionais como a China Railway e a Vinci. A obra deverá demorar entre nove e dez anos e a metade deste tempo será utilizado para as perfurações e escavações na Cordilheira dos Andes.
Trata-se de uma obra de características únicas e será o sétimo tunel do mundo a unir dois países. Mais um desafio para a engenharia humana que teve uma prova incrivel quando da construção do Eurotunel que liga a grã-Bretanha à França, na maior integração realizada na Europa. Agora, a obra de fronteira entre os territórios argentino e chileno deverá solucionar uma questão de transporte rodoviário que detém um dos indicativos de maior perigo entre todas as estradas do mundo, na região de Los Caracoles,
O percurso será de 13,9 quilometros e o custo estimado é de US$ 1.500 bilhões com os trechos de ida e volta.
Quando entrar em funcionamento, deverá ter um fluxo diário de 2200 veiculos, sendo 70% de carga, segundo os estudos preliminares. Passará a ter uma enorme influência no fluxo de veiculos na região de fronteira entre Argentina e Chile, contribuindo para um grande aumento no roteiro turistico entre os dois paises e por vários vizinhos da América do Sul, incluindo o Brasil.





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