Nesta sexta, durante coletiva programada para um hotel na região dos Jardins, a alta direção da Alitalia estará mostrando ao mercado brasileiro como estão em andamento as atividades da companhia que vive uma situação estranha.
Em fase de venda por parte do governo italiano, a Alitalia acumulou prejuízo de 200 milhões de euros durante os meses de janeiro e fevereiro no inicio deste ano. Valor foi quase a metade dos 491 milhões de euros sofridos durante 2016.
São números que fazem parte do pedido de intervenção feito junto ao governo. No próximo dia 21 começará a segunda fase do processo de venda quando as 15 empresas selecionadas – entre elas a Ryanair, maior low cost da Europa – deverão estar confirmando as propostas.
Delta, EasyJet e Lufthansa são outras possíveis interessadas. Mas o interesse da Ryanair é o que parece mais palpálvel, o que será um dos assuntos no encontro com os atuais administradores da companhia.
A Alitalia tem o seu capital dividido atualmente em 51% para a CAI e 49% na Etihad Airways, sendo que a companhia de Abu Dhabi já decidiu abrir mão da sua participação.
A direção da companhia – o CEO -Chief Comercial Officer-, Jorge Vilches, juntamente com Davide Mandaresu, Vice-Presidente Global de Vendas, Benedetto Mencaroni, Gerente Geral para as Américas e o diretor comercial do Brasil, Carlos Antunes certamente vão discorrer sobre estas questões já que a Alitalia se encontra sob Administração Extraordinária.
Também estará em pauta o. aumento de capacidade nas rotas entre o Brasil e outros países da América Latina e a Europa, como uma das estratégias da empresa para prosseguir em sua reestruturação. A companhia anuncia 9 de novembro como a data para o inicio de mais voos entre Roma e São Paulo, o que elevará de 14 para 20 por semana.




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