Para atrair + turistas o Brasil precisa antes cuidar da economia e os altos índices de violência

O acordo de Céus Abertos foi recentemente assinado de forma simbólica pelo Brasil e Estados Unidos. Futuramente se tornará lei e promete ser uma boa notícia.

ANAC prometeu e não cumpriu

A falta de certeza vem de outras promessas como a feita pela ANAC. A Agência Nacional da Aviação Civil mudou a políticas de bagagem despachadas, prometendo preços mais baixos na hora de voar. A medida foi implantada, mas os preços das tarifas não baixaram.

Relatórios da Fundação Getúlio Vargas e do IBGE mostram o aumento. Cada um apresentou um índice diferente, mas nos 2 relatórios o preço das passagens aéreas subiu. Já a ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas, rebateu os 2 relatórios. Segundo a associação, o preço caiu.

Minha percepção de mera consumidora de passagens me diz que, a não ser que se compre com muitas semanas de antecedência, um trecho simples, como Belo Horizonte-São Paulo, ida e volta, pode custar o mesmo que uma passagem internacional.

O potencial do Céus Abertos

Dito isso, voltemos ao acordo Céus Abertos, mas com a visão da IATA – a Associação Internacional de Transporte Aéreo. Segundo a IATA, a estimativa é que aumente o número de passageiros em rotas internacionais, de e para o Brasil. Este aumento pode chegar a 47% após a ratificação da lei Céus Abertos. Isso significa 6 milhões de passageiros internacionais, de diferentes países, aterrissando no Brasil.

Avião Institucional sem marca

Sim, precisamos urgente de trazer mais visitantes para o Brasil, e Céus Abertos é uma boa medida. Segundo o site Movimento Céus Abertos, o acordo acaba com restrições e burocracias que impedem um número maior de voos internacionais entre Brasil e EUA. Sem o Céus Abertos, é de apenas 301 voos semanais.

Melhorar economia e índices de violência são prioridades

Nos bastidores, entretanto, o que se fala abertamente é que “algum dia”, o acordo vai sim, estimular nossa demanda turística.

Hoje, temos 2 problemas maiores para enfrentar. O 1º é a economia brasileira, que precisa crescer a ponto de incentivar mais brasileiros a investirem em viagens internacionais. Tão grande e importante quanto, é o nosso 2º problema. O Brasil hoje se tornou um país marcado pela violência e pelo poder paralelo do Crime Organizado. Esta visão afugenta completamente turistas estrangeiros que buscam um destino tranquilo onde passar suas férias.

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