Paulo Kakinoff, presidente da companhia, vê ano de vantagem tecnológica com chegada das novas aeronaves Boeing 737 MAX 8 no 2º semestre 

Leia o relatório divulgado pela GOL Linhas Aéreas Inteligentes:

Houve uma melhoria significativa de indicadores operacionais: o RPK trimestral aumentou 4,5% (de 9,6 bilhões no 1T17 para 10,0 bilhões no 1T18). O motivo foi o crescimento de 1,8% no número de passageiros transportados.

A forte demanda possibilitou que a GOL continuasse liderando o gerenciamento de receitas. O yield médio por passageiro aumentou 10,3% na comparação trimestral, chegando a 28,02 centavos (R$).

A oferta cresceu conservadoramente, com ASK aumentando 3,3% versus o 1T17 (impulsionado pelo crescimento no número de decolagens em 0,7%, além da maior etapa média em 3,6%).

Como resultado, a taxa de ocupação média no 1T18 evoluiu 0,8 p.p. comparada ao 1T17, alcançando 80,4%.

GOL Linhas Aéreas destaca crescimento da receita

A combinação de maior demanda com otimização na precificação resultou em R$3,0 bilhões de receita líquida trimestral, um crescimento de 14,4% comparativamente ao 1T17.

O RASK líquido foi de 23,87 centavos (R$) no 1T18, aumento de 10,7% em comparação ao 1T17.

O PRASK líquido apresentou aumento de 11,5% em relação ao 1T17, atingindo 22,53 centavos (R$). A tarifa média aumentou 13,1%, de R$296 para R$335.

Cenário de custo controlado

O CASK total no 1T18 foi 19,80 centavos (R$), 1,9% superior ao 1T17, apesar do mercado de combustível ter sido menos favorável, e em base ex-combustível o CASK reduziu em 4,8%.

Excluindo ganhos na venda de aeronaves, o CASK ex-combustível aumentou 0,2%. A GOL permanece na liderança de custo na América do Sul pelo 17º ano consecutivo.

As margens continuam a expandir

Enquanto o preço médio do combustível de aviação subiu 7,4% no 1T18 em relação ao 4T17, a combinação de melhores preços, maior demanda, ganhos de R$19 milhões com hedge de combustível e ganhos de R$82 milhões em venda de aeronaves permitiu que a margem EBIT da GOL se expandisse para 17,0% no 1T18, a mais elevada em um primeiro trimestre desde 2006, melhorando 7,1 p.p. na comparação trimestral.

O lucro operacional (EBIT) foi de R$504,3 milhões no trimestre, com crescimento de 97,4% em relação ao 1T17. A margem EBITDA atingiu 22,1% no 1T18, um crescimento de 8,1 p.p. na comparação trimestral. A margem EBITDAR foi de 30,0% no 1T18, uma evolução de 6,7 p.p. em relação ao 1T17.

Fortalecimento do balanço

A relação divida liquida (excluindo os bônus perpétuos) sobre EBITDA UDM foi de 2,5x em 31/3/2018, melhor em relação ao final de 2017 (3,0x) e a 31/3/2017 (5,2x). A liquidez total, incluindo caixa, aplicações financeiras, caixa restrito e contas a receber, totalizou R$3,1 bilhões, um aumento de 104,9% sobre um ano atrás.

“Nossa expectativa para este ano é continuar a impulsionar a nossa vantagem de eficiência e de tecnologia, além da incorporação das novas aeronaves Boeing 737 MAX 8 no 2º semestre de 2018”.

Paulo Kakinoff – Presidente da GOL Linhas Aéreas Inteligentes

Saiba mais = www.voegol.com.br/ri

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